Mercedes produzirá carros elétricos compactos

Em virtude de produzir pequenos compactos elétricos Mercedes-Benz, a Daimler investirá uma boa quantia. Serão 500 milhões de euros injetados em Hambach, na França, para realizar uma série de novos desenvolvimentos. A intenção é competir diretamente com a altruísta Tesla.

Uma vez que a empresa planeja lançar mais dez carros elétricos para a Mercedes-Benz, a Tesla também pretende crescer. A Mercedes pretende aumentar sua produção até 2022, enquanto a Tesla luta para, antes de mais nada, crescer o nome do Model 3.

“A unidade da Smart em Hambach se tornará parte da nossa rede global de produção de carros compactos com a fábrica líder em Rastatt, na Alemanha”, afirmou Markus Schaefer, chefe de produção da Mercedes-Benz.

Antes de tudo, a marca alemã está adaptando suas bases de veículos para iniciar a produção em massa de variantes elétricas. Essas, serão aplicadas na mesma linha de produção de modelos equivalentes, mas com motores a gasolina ou combustíveis diversos.

Isso permitirá que a montadora aumente sua produção caso a demanda cresça. Atualmente, a empresa produz modelos compactos A-class, B-class e GLA. Suas fábricas se encontram na Alemanha, Hungria, Pequim e México.

 

Fonte: Folha UOL

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Bosch entra para o compartilhamento de viagens

A alemã Robert Bosch, sobretudo uma das maiores fabricantes do mundo, criou novas divisões nos último dias. A ação foi realizada, principalmente, a fim de ampliar seu alcance no mercado de serviços de viagem e veículos conectados.

A princípio, como parte do programa, a Bosch adquiriu uma pequena empresa de transporte. Essa, por sua vez, foi negociada através de aplicativos norte-americanos. A startup Splitting Fares oferece o serviço de carros compartilhados que conecta pessoas.

A principal ideia é ligar usuários que utilizarão, por algum motivo, a mesma rota ou trajeto. Essa ideia fará parte da divisão de Soluções de Mobilidade Conectada da Bosch. Mas, a princípio, o valor da aquisição ainda não foi divulgado.

A Splitting Fares foi fundada em 2015 e financiada por investimentos da Verizon, Wells Fargo e Fontinalis Partners [co-propriedade do presidente da Ford Motor, Bill Ford]. A Bosch afirou que sua nova divisão se concentrará no compartilhamento de veículos, viagens e serviços de conectividade.

Ainda mais, a empresa incluirá a unidade COUP, que aluga e-scooters em Berlim e Paris, no seu mais novo sistema. Esse, por sua vez, foi recém desenvolvido para tratar de componentes elétricos conectados – denominado por System!e. 

Conforme ocorre a expansão das atividades de sua nova divisão, a Bosch também competirá com seus clientes de autopeças. A Uber e Didi são clientes que trabalham e competirão diretamente tanto no serviço de tecnologia autônoma quanto no compartilhamento de viagens.

Fonte: G1

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Minivan Waymo envolvida em acidente de trânsito

Uma van autônoma operada pela Waymo, subsidiária da Alphabet, se envolveu em um acidente. O carro, especializado nessa tecnologia, foi atingido por um sedan da Honda; este, por sua vez, seguiu em um cruzamento com o sinal vermelho.

De acordo com a polícia norte-americana, a minivan da Waymo operava em modo autônomo durante o acidente. Um operador se encontrava no volante, mas não teria sido o responsável pelo erro. Foram liberadas imagens pela Waymo, gravadas a partir de uma câmera alocada no painel do carro, que permitiram chegar a esta conclusão.

O caso ocorreu em Chandler, no estado do Arizona, mas não gerou vítimas graves. De acordo com a polícia, o motorista da van sofreu ferimentos medianos, mas sem risco de morte. O dono do Honda, responsável pelo ocorrido, foi multado.

O relatório da polícia cita ainda que a baixa velocidade da minivan foi o que contribuiu para que ninguém fosse gravemente ferido. De acordo com as autoridades, o carro estava reduzindo, devido ao sinal vermelho, enquanto o Honda [que o atingiu] estava há mais de 60 km/h.

A análise policial retirou a Waymo de qualquer responsabilidade pelo acidente. Ela foi dada como atingida com dano colateral pela imprudência do motorista do sedan.

A Waymo afirmou em um comunicado que seu ideal é ‘fazer das ruas locais mais seguros, através da tecnologia de direção autônoma’. A companhia desejou melhoras ao motorista. Ela também afirma que se preocupa com os ocupantes de seus veículos e as vidas ao redor.

É o segundo acidente grave que envolvem vítimas em carros autônomos somente em 2018. O caso da Waymo seguiu sem vítimas, mas não se pode dizer o mesmo da Uber. No início de março um de seus carros atropelou fatalmente uma mulher, também no estado do Arizona. O ocorrido motivou a suspensão dos testes e perda de licenças para este trabalho.

 

Fonte: Canal Tech

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Carros poluentes são proibidos nas ZERs de Lisboa

Em julho de 2011, sob ameaça de multa da Comissão Europeia, carros poluentes [extremamente] foram proibidos no centro de Lisboa. Apesar de que, ainda assim, a medida está sem fiscalização.

Nos últimos dois anos ninguém foi multado por incumprir as restrições. A sinalização existe e, teoricamente, está em vigor. Por outro lado, na prática, nada acontece. Todos circulam sem restrições e os próprios moradores afirmaram que a situação ‘é lamentável’, levando sempre ao descrédito do governo por parte de todos.

Fernando Nunes da Silva, ex-vereador responsável pelo início do programa, afirmou que os políticos fazem as coisas para ‘saírem bem na foto’ mas não continuam com o projeto muito tempo depois.

O investigador Francisco Ferreira, colaborador na criação das medidas reconhece o stand by do programa.

Os mais recentes indicadores sobre a qualidade do ar estão em alarme e a saúde pública em risco. As Zonas de Emissões Reduzidas (ZER) foram criadas a fim de estabelecer melhores condições de saúde para a população: a ideia era boa, mas até agora não passou disso.

Ninguém é responsável por controlar a efetiva imposição da medida criada no início da década. Muito menos quanto às restrições associadas a ela. Uma das imposições é a circulação de automóveis construídos antes de 2000. Sabe-se que, após o fulgor inicial, a medida foi caindo progressivamente no esquecimento.

O docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa afirmou que: “a fiscalização é absolutamente crucial, se não, temos regras não têm aplicação. Ela pode ter várias fases. Desejavelmente, deveria ter um sistema automático. Mas o caminho, até lá, não deve desculpar o não se fazer um aperto do controlo e da implementação de novos patamares.”

“Não temos qualquer informação sobre a fiscalização, pois não dispomos de quaisquer dados sobre a acção da polícia. A ideia que temos é que, neste momento, não haverá qualquer fiscalização para os carros poluentes. O que acontece é que a Comissão Europeia analisa sobretudo papel. Ou seja, para os euro-burocratas, se as ZER estão em vigor, isso significará que, em teoria, funcionarão”, diz Carla Graça, da associação ambientalista Zero, da qual também é membro Francisco Ferreira.

 

Fonte: Shifter

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Qual o futuro da Tesla?

Um dos mais badalados executivos da indústria automobilística é Robert Lutz, não se pode negar. Mas, quando se fala da Tesla, ele é pouco confiante… O que o marco do automobilismo teria a dizer sobre o futuro da empresa?

Além disso, ele é uma lenda viva no setor, tendo sido vice presidente da General Motors e alto executivo na Ford, Chrysler e BMW.  Aliás, ele adora automóveis, pilota aviões e tem um exemplar na garagem de sua casa.

O americano nascido na Suíça tem agora 85 anos e redige artigos direcionados ao setor. A propósito, foi responsável por lançamentos importantes, como o carro elétrico da GM; visto que foi a companhia responsável por sua aposentadoria em 2010.

Talvez provavelmente por sua atuação em diversas empresas, Lutz é reticente enquanto à Tesla. Não apenas, ele brinca com o assunto: é melhor que os colecionadores comprem o Model S, já que em 25 anos ele será um carro raro e a empresa estará quebrada.

“Uma pena, dirão todos, pois o carro foi o melhor e mais rápido elétrico do mundo, mas a Tesla faliu...”

Em entrevista ao Los Angeles Times ele afirmou que a empresa quebrará por causa de seus custos. Estimados em US$ 500 mil por hora, eles são muito maiores que os lucros. Além disso, não há possibilidade de reversão imediata da situação.

A Tesla vem trabalhando no vermelho e o primeiro modelo a ser produzido em elevado volume (Model 3) não deslancha. O possante seria vendido por US$ 35 mil, o mais acessível valor proposto pela Tesla. Os outros dois, Model S e Model X estão entre US$ 70 mil a US$ 100 mil.

Elon Musk até construiu uma fábrica de baterias em Nevada, mas não as produz rápido o suficiente para abastecer as linhas de montagem na Califórnia. A empresa supera a Ford e GM na bolsa, mas baseada em rentabilidade futura.

Lutz afirmou que a Tesla não aportou tecnologias inovadoras para o setor. Sua única diferença foi apostar no carro elétrico e construir uma fábrica exclusiva para produzi-lo.

As baterias são exatamente as mesmas utilizadas pelos outros, mas as outras marcas estão oferecendo-as por preços inferiores ao Tesla e com maior know-how agregado. A falta de credibilidade na empresa está ligada ao seu fechamento sempre no vermelho. É humanamente impossível administrar algo que está ‘quebrado’ desde o início.

Além da falta de eficiência, há ainda a falta de rede de concessionários. O que poderia funcionar enquanto haviam dois modelos em pouca produção, não pode entregar e dar manutenção ao Model 3, por exemplo. Não há efetividade o suficiente para a produção de 500 mil unidades anuais, como o esperado.

 

Fonte: Auto Papo

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