Bosch entra para o compartilhamento de viagens

A alemã Robert Bosch, sobretudo uma das maiores fabricantes do mundo, criou novas divisões nos último dias. A ação foi realizada, principalmente, a fim de ampliar seu alcance no mercado de serviços de viagem e veículos conectados.

A princípio, como parte do programa, a Bosch adquiriu uma pequena empresa de transporte. Essa, por sua vez, foi negociada através de aplicativos norte-americanos. A startup Splitting Fares oferece o serviço de carros compartilhados que conecta pessoas.

A principal ideia é ligar usuários que utilizarão, por algum motivo, a mesma rota ou trajeto. Essa ideia fará parte da divisão de Soluções de Mobilidade Conectada da Bosch. Mas, a princípio, o valor da aquisição ainda não foi divulgado.

A Splitting Fares foi fundada em 2015 e financiada por investimentos da Verizon, Wells Fargo e Fontinalis Partners [co-propriedade do presidente da Ford Motor, Bill Ford]. A Bosch afirou que sua nova divisão se concentrará no compartilhamento de veículos, viagens e serviços de conectividade.

Ainda mais, a empresa incluirá a unidade COUP, que aluga e-scooters em Berlim e Paris, no seu mais novo sistema. Esse, por sua vez, foi recém desenvolvido para tratar de componentes elétricos conectados – denominado por System!e. 

Conforme ocorre a expansão das atividades de sua nova divisão, a Bosch também competirá com seus clientes de autopeças. A Uber e Didi são clientes que trabalham e competirão diretamente tanto no serviço de tecnologia autônoma quanto no compartilhamento de viagens.

Fonte: G1

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Capinhas de celular da Volkswagen

Ainda que, sem sombra de dúvidas, o uso do celular durante a direção possa ser um erro fatal, os smartphones são amplamente integrados ao trânsito. Conforme o aumento da demanda, a Volkswagen viu então a oportunidade da ampliação dos negócios.

A fim de reduzir acidentes no trânsito, em fevereiro desse ano a Suécia baniu o uso dos aparelhos durante a direção. A medida certamente foi drástica, mas igualmente necessária.

Todavia, os índices de acidentes por uso dessa medida de distração não foram minimizados como esperado. Assim sendo, a Volkswagen lançou – com ajuda da sueca Nord DDB – uma série de capinhas de celular.

Inesperadamente, elas não são apenas capinhas. Esse produto é produzido com o metal de veículos danificados durante acidentes de trânsito, motivados justamente pelo uso do celular.

Veja mais em:

A partir de um estudo realizado pela Nord DDB obtivemos diversos resultados sobre acidentes de trânsito. É 23% mais provável que você sofra algum incidente se costuma enviar mensagens ou utilizar o aparelho durante a direção; por exemplo.

Serão 153 capinhas lançadas, ao todo. Esse foi o número exato de acidentes ocorridos na Suécia desde a aprovação da lei no início do ano. A marca afirmou que o produto é discreto, mas age como um lembrete silencioso dos perigos da distração.

Cada uma delas é produzida à mão e de modo quase artesanal e custarão cerca de USD 70. O dinheiro arrecadado será destinado a grupos de reabilitação para vítimas de acidentes.

 

Fonte: Revista AutoEsporte

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Amazon Key em parceria com GM e Volvo

Enquanto os donos de carros da General Motors, dona da Chevrolet e [nos Estados Unidos] da Volvo, poderão comprar online e ter seus produtos entregues diretamente em seus porta-malas, com uma breve ajudinha da Amazon, nem todo mundo terá essa sorte. Ao menos, não por enquanto.

Inesperadamente as montadoras fecharam parceria com a Amazon. A gigante do comércio eletrônico permitirá aos entregadores terem acesso aos carros dos consumidores. Contudo, parece bem arriscado, não? Enfim, não nos Estados Unidos.

Pois o serviço começou a ser oferecido já no último dia 24 de abril, para pelo menos 7 milhões de carros. Sobretudo, eles foram fabricados a partir de 2015, localizados em mais de trinta cidades norte-americanas.

Para utilizar os recursos porém, os proprietários devem utilizar o serviço Prime da loja e o sistema de conectividade de uma das marcas. Você pode optar pelo OnStar pela GM ou On Call pela Volvo.

A partir de então o consumidor poderá realizar suas compras e optar por ‘entregar no carro’. Basta informar a localização e a mágica acontece! Mas, a exigência é que o veículo esteja estacionado em local público.

O sistema Amazon Key fará a abertura remota do automóvel e trancá-lo após o serviço. O dono será informado a cada passo, diretamente em seu smartphone. Este é o mesmo recurso que a loja utiliza para entregar pacotes dentro das casas dos clientes.

A Volvo afirmou já oferecer facilidades semelhantes à Amazon através da identificação digital dos entregadores nos carros. Esse serviço seria oferecido em três países europeus: Noruega, Suécia e Suíça.

Fonte: G1

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Como estão os carros elétricos?

Eles estão bem. Não apenas bem, mas mais do que isso na verdade. Seja como for, nesse hiato, os problemas dos carros elétricos continuaram. Por mais que estejam no topo das tecnologias mais estudadas atualmente, eles enfrentam ainda os mesmos problemas do passado.

Assim, temos então o dilema da falta de autonomia. Além disso, os altos valores das baterias não serão reduzidos com o crescente volume de produção. Muito pelo contrário, já que são dependentes de matérias-primas nobres, como lítio e cobalto. Esses componentes são amplamente utilizados em diversos eletrônicos e elétricos, como smartphones.

Não apenas, são utilizados outros materiais de custos igualmente elevados: como o níquel e cádmio. A fim de referências, temos a China como o país que mais vende carros elétricos – e está nos Estados Unidos sua mais badalada fábrica: a Tesla.

A China hoje ocupa o primeiro lugar em vendas e o segundo em investimentos em eletrificação veicular [perdendo somente para a Noruega]. O país já conta com quase duzentas mil estações para recarga. Além disso, a venda de elétricos/híbridos corresponde a metade de todo o volume anual vendido no planeta – 750 mil unidades.

Os chineses adquiriram aproximadamente 400 mil carros elétricos no ano passado. Nas principais cidades chinesas, a licença para circular com carros novos é obtida através de leilão, loterias específicas ou pagamento de altos impostos. A menos, é claro, que sejam carros elétricos.

Baterias dos Carros Elétricos

Por lá, ainda há uma compensação: o governo aderiu a um sistema de cotas para premiar os fabricantes de elétricos. Assim, eles venderão créditos de carbono aos fabricantes de veículos à combustão.

Também há incentivos indiretos, como a subida das ações da BYD em agosto de 2017. Isso foi logo após o governo anunciar a ideia de banir os carros à combustão dos centros urbanos entre 2030 e 2040.

Ainda que com crescente volume nas vendas, os carros elétricos chineses também sofrem muito. Como dito anteriormente, os problemas são os mesmos do passado: custo, peso, baixa autonomia e elevado tempo para recarga.

Ao contrário do país oriental, as fábricas norte-americanas de carros elétricos não são sócias de estatais. E por esse motivo é que sofrem tanto com o pioneirismo. Várias delas já declararam falência, mas a Tesla – por exemplo, não imaginava tantos problemas para iniciar a produção em larga escala de seu primeiro carro de grande volume: o Model 3.

 

Fonte: Auto Papo

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Tiger 800 no Brasil e primeiras impressões

Motos. Uma das maiores paixões dos brasileiros, assim dizemos. Não apenas por esse motivo, o Brasil é o lugar em que mais se vendem Tiger 800 no mundo. Ademais, ficamos à frente até mesmo da Inglaterra [país que originou a Triumph].

Dessa forma, é primordial que a importância do mercado brasileiro para as motocicletas continue em alta. Em síntese, é a opinião do consumidor local que deve ser levada em conta para a renovação da moto. Por fim, o modelo 2018 chegará às lojas nacionais no mês de junho.

Mesmo que sem valores revelados, a Tiger 800 será [em média] 8% mais cara que o modelo atual. Seu preço variará de R$ 39,9 mil a R$ 52,9 mil. Por fim, a linha 2018 deverá aparecer na faixa de valores entre R$ 43 e R$ 56 mil.

Apesar de não ter uma nova geração, já que manteve a base mecânica, a motocicleta passou por 200 modificações.

Nesse sentido, a motocicleta é divida entre as versões XR e XC.

A XR é voltada principalmente para o asfalto, contando com roda de 19″ na dianteira. Já a XC é a versão aventureira da Tiger 800, com roda dianteira de 21″.

E essa sopa de letrinhas não tem fim, muito pelo contrário, ela continua com divisões em cada uma de suas versões. A XR conta com opções XR, XRx e XRt. A ordem sempre conta da mais básica para a versão mais equipada de todas.

No modelo 2018, a novidade está na chegada da XRt no Brasil – topo de linha da versão XR.

Veja as principais novidades da Tiger 800:

  • 1ª marcha mais curta
  • Motor revisto
  • Modo de condução “Off-road Pro” (versão XCa)
  • Novo escapamento
  • Painel digital em TFT (exceto a versão de entrada XR)
  • Luzes de LED (exceto a versão de entrada XR)
  • Carenagens redesenhadas
  • Guidão recuado em 10 mm

Os esforços em manter a Tiger 800 competitiva não são por acaso: a sua principal concorrente da BMW, a linha GS, acabou de ganhar uma nova geração no exterior e que deve chegar em breve ao Brasil.

 

Fonte: G1