Nissan Kicks nos EUA a partir de 2018

O mais novo SUV Nissan Kicks, lançado em primeira mão no Brasil em 2016, será vendido nos EUA a partir de junho de 2018. A versão para o país foi apresentada no Salão de Los Angeles, na última quarta-feira (29). Os preços não foram anunciados.

A montadora não informou mas o produto será importado no México. Anteriormente, o país chegou a exportar para o Brasil antes da Nissan se estabelecer no Rio de Janeiro. O Kicks manterá seu visual desenvolvido em parceria entre o centro de design da montadora nos EUA e o Brasil.

Assim como a versão nacional, a única opção de motor será o 1.6 litro de 4 cilindros, acompanhado de transmissão CVT. Nos EUA, o propulsor conta com 126 cavalos à gasolina. O motor flex brasileiro desenvolve até 114 cv.

A empresa descreve o automóvel como ‘perfeitamente desenhado para servir às necessidades de solteiros ou casais”. Ele é o sexto SUV da montadora à venda nos Estados Unidos. A marca já comercializa o2 utilitários por lá.

A Ford também tem investido em SUVs compactos para o mercado norte-americano. O EcoSport, por exemplo, será lançado em 2018 por lá – com visual brasileiríssimo.

O público do Kicks é o que podemos chamar de ‘famintos por tecnologia’. Ele é equipado com central multimídia de 07 polegadas – compatível com sistemas Apple CarPlay e Android Auto. O veículo é totalmente capaz de reproduzir o conteúdo do seu smartphone. A central multimídia é oferecida no Brasil a partir da versão intermediária do veículo.

Todas as versão do carro contarão com câmeras de monitoramento de 360º quando a ré é acionada. O recurso é oferecido na configuração topo de linha no mercado brasileiro.

Fonte: G1

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Caoa Chery quer produzir carro elétrico nacional

Carlos Alberto de Oliveira Andrade, 77, tem as iniciais no acrônimo do Grupo Caoa. É um executivo da Paraíba que cresceu no mercado automotivo por querer comprar um Ford Landau, em 1979, em Campina Grande.

Com o fato, CAOA se desentendeu com o dono da concessionária em razão dos atrasos na entrega e terminou por falir a empresa- que já vinha em decadência. Ele então, comprou a concessionária em troca da dívida.

Dessa forma, começou a crescer no ramo e se tornou o maior distribuidor da marca no país em 2006. Depois de 40 anos, ele promete que fará o primeiro carro elétrico nacional. Em uma conversa, Andrade desmentiu boatos e revelou planos sobre o acordo com a Chery. Também falou da situação com a Hyundai e as reações audaciosas de suas decisões.

A decisão mais audaz até agora foi adquirir 50% da Chery no Brasil, incluindo a fábrica em Jacareí (SP). A Caoa também se responsabiliza pela produção, comércio e importação da marca chinesa.

Alguns rumores sobre a inconsistência do mercado afirmavam que o surgimento da CAOA Chery seria o movimento do grupo para o iminente fim do contrato com a Hyundai para importação e produção nacional de alguns modelos..

A Caoa Chery, apesar de chinesa, pretende se apresentar como marca nacional nas mãos de Andrade. Ele, ainda audacioso, confirmou que está projetando os novos carros elétricos de origem brasileira.

Posso adiantar a você que o projeto está previsto para lançamento em 2021 ou 2022“, confirma. Fruto de esforço entre o departamento de Engenharia da Caoa e a alemã Edag, poderei realizar o que sempre foi um dos meus maiores sonhos: construir uma marca 100% brasileira. Senti que a Chery tem posição bem aberta de colaborar em todos os meus projetos, inclusive este. Por outro lado, conseguimos compreensão e sucesso ao negociar com o sindicato de trabalhadores em Jacareí,  o que sempre foi tarefa espinhosa para os chineses”. 

Andrade garantiu ainda que as promessas originais da chinesa serão mantidas, com rearranjo de datas. Há ações imediatas na marca, mas o lançamento do Tiggo 2 – por exemplo – teve de ser postergado.

Ele prefere se atentar a estratégias logísticas e operacionais da Chery, que precisam de reforço. Um ponto que levantará polêmica é a possibilidade da oferta de sete anos de garantia, um recorde para o mercado.

 

Fonte: Carros UOL

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Uber com frota de carros autônomos

A Uber entrou em um acordo a fim de adquirir milhares de carros da Volvo para preparar um frota de carros autônomos. A empresa já conta com 200 utilitários esportivos Volvo, equipados com direção autônoma. Esses veículos participam de testes em Pittsburgh e Tempe, nos Estados Unidos.

O contrato acertado recentemente preverá a compra de mais de 23 mil automóveis do modelo XC90 entre 2019 e 2021. O negócio deverá render aproximadamente a marca de US$1,4 bilhão (ou R$ 4,6 bilhões, no Brasil) à montadora.

A Uber acrescentará a sua própria grade de acessórios. Entre eles, sensores no teto dos carros e um sistema a fim de operá-los como parte da rede. Dessa forma, não será necessário nenhum condutor à direção do veículo.

O anúncio foi realizado 15 dias depois do anúncio em que a Waymo se pronunciou sobre o lançamento de carros totalmente autônomos, em um projeto-piloto que está sendo desenvolvido em Phoenix, no Arizona (EUA). A Waymo é a unidade de carros autônomos da Alphabet, atual dona da Google. Nenhuma outra empresa do setor automotivo conseguiu alcançar este marco.

Em 2016, a Uber junto à Volvo se comprometeu em parceria investir US$ 300 milhões no desenvolvimento de novos automóveis. A proposta seria impulsionar a tecnologia autônoma e preparar novos carros para funcionar sem a atuação de um motorista.

O negócio abrirá um leque enorme de novas fontes de receitas para a Volvo. A empresa já vinha de olho no setor de aplicativos para transporte, e agora, junto com a Uber, terá a possibilidade de alavancar seus projetos e investimentos.

Diversas fábricas e montadoras já fecharam contrato com os serviços de carona. A real intenção está em conseguir negócios para desenvolver a tecnologia mais influente do mercado atual. A GM e Jaguar Land Rover investiram na Lyft, por exemplo. Já a Volks apostou na Gett, rival da Uber.

Fonte: Folha  de São Paulo.

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Fórmula FEI com carros no Fórmula SAE 2017

Como parte da preparação do Fórmula SAE Brasil, o Centro Universitário FEI levou para o ECPA, em Piracicaba (SP), seus carros 2017. O Fórmula FEI Combustão e Fórmula FEO Elétrico serão apresentados entre 07 e 08 de dezembro. Os carros todos contam com tecnologias empregadas aos carros da Fórmula 1.

Os carros foram construídos e planejados pelos próprios alunos de Engenharia do centro, com ajuda dos professores. Os testes no kartódromo farão parte da última etapa preparatória para as competições. Eles também servem para avaliar o desempenho dos carros, testar ajustes e identificar quaisquer problemas mecânicos.

Fórmula FEI – Elétrico

O Fórmula FEI Elétrico possui um título nacional que foi conquistado por sua equipe no ano de 2015. O resultado fez com que eles representassem o país no campeonato mundial de Fórmula SAE Elétrico, em 2016.

Em 2017, eles contemplam o quinto carro elétrico da série, construído pelos alunos. Na versão atual, o projeto foi concebido pensando nas necessidades de um automóvel elétrico. Isso os fizeram buscar novo motor, transmissão, chassis e baterias.

O destaque esta no uso do sistema de gerenciamento eletrônico idêntico ao das grandes montadoras. Ele foi fornecido pela ETAS, uma divisão da Bosch. O sistema contempla uma unidade controladora (módulos ETAS ES910 e ES930) e softwares de programação (ASCET) e calibração (INCA).

O veículo tem ainda um sistema de identificação de falhas de operação igual ao sistema de diagnose comercializado por montadoras. Assim, uma série de mensagens de erros serão enviadas a fim de facilitar a identificação dos problemas pela equipe.

Fórmula FEI – Combustão

O projeto é heptacampeão brasileiro e foi a única equipe do Brasil a ficar entre os dez melhores projetos. Em 2014 ficou em 10º lugar na competição Fórmula SAE Combustão, disputada em Michigan nos EUA.

Em 2017 se contempla o 11º carro a combustão da série RS. Na versão atual, com a experiência adquirida, a equipe revolucionou e construiu um chassi em formato de monocoque. Foi empregado fibra de carbono e diversos outros materiais em sua construção. O chassi tem as mesmas característica de construção dos carros de Fórmula 1.

Fonte: F1 Mania

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Parklet e o conceito de pessoas no lugar de carros

Foi instalado um parklet em frente ao Bar Central, no bairro da Boa Vista. Essa ação gerou diversas polêmicas nas redes sociais de Recife. As opiniões vão contra e a favor, sob diversas perspectivas. Afinal, qual o conceito e para quem servem os parklets?

Em suma, é uma estrutura como ‘extensão’ da calçada, que acaba por ocupar as vagas dos carros. Ele se destina a lazer e conveniência entre pessoas. O decreto 28.886 foi publicado em 2015 pela prefeitura e regulamenta essas estruturas.

Esse locais podem contar com bancos, mesas, guarda-sóis e outros elementos para o lazer daqueles ali instalados. A finalidade é usufruir de um espaço totalmente dedicado à interação humana.

O parklet é a transição para uma cidade com menos carros”, diz o urbanista Pedro Guedes.

O primeiro parklet surgiu em São Francisco (EUA), em 2005. A ideia veio no Parking Day, celebração que transformava vagas de carros em parques públicos temporários. Foi criado sob o conceito de parking – trocadilho entre parking (estacionamento) park (praça).

A ideia foi aderida em 2011, mas a primeira instalação só aconteceu em 2012, em São Paulo (SP). Hoje é possível encontrá-los e cidades como Campo Grande, Fortaleza, Goiânia e muitas outras. De acordo com o decreto municipal, a instalação pode ser solicitada por qualquer pessoa jurídica ou física, cabendo à Prefeitura a autorização.

O solicitante deverá obedecer critérios técnicos (como dimensões, utilidades, grades de proteção) para obter a autorização, assim como será responsável pela manutenção do local. O proprietário deverá ter em mente, também, que o parklet será de uso público com proibição expressa de retorno financeiro.

O parklet localizado em frente ao Central tem 2 metros por 10 de dimensão, fora os ajustes que serão feitos. Ele contará ainda com diversos outros atrativos, além de plantas como jaboticabas e jasmins.

 

 

 

Fonte: Por Aqui

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