Cangurus: o pesadelo dos carros autônomos

Eis que, como se já não fossem suficientes os obstáculos que os carros autônomos precisam atravessar, aparece mais um. As equipes de montadoras deram conta de se preocupar com uma situação peculiar: os cangurus.

As adversidades acometidas ao desenvolvimento do projeto autônomo de nada se compara com as dificuldades que podem ser encontradas durante a circulação desses automóveis.

Qual o problema com os cangurus?

Esses animais, tipicamente encontrados em países como a Austrália, fazem com que o sistema de detecção de objetos se desregule. Esse sistema identifica objetos e obstáculos móveis, mas não sabe lidar com a presença dos cangurus. Essa falha pode ocasionar diversos acidentes por lá, ainda mais quando um desses bichinhos atravessa a estrada de frente com o automóvel.

Algumas empresas já se pronunciaram junto de seus especialistas, assim como a Volvo. O que ela afirma é que a movimentação em saltos faz com que, por frações de segundo, o sensor não saiba onde ele está. Com isso, o sistema não identifica o local de ‘pouso’ desses animais e se auto desregula.

Desta forma, quando o sensor erra o posicionamento, pode demonstrar que os cangurus estejam mais longe ou perto. Se um humano se movimentar próximo ao automóvel autônomo, o software detectará o padrão de caminhada e a forma física da pessoa. Um vídeo produzido pela ABC fala mais sobre o caso dos cangurus, que você pode assistir clicando aqui.

Quanto ao problema, fiquem tranquilos. A equipe Volvo já está trabalhando na identificação e solução dessa falha na identificação dos animais. A equipe está empenhada a evitar eventuais acidentes ou futuros erros no sistema.

Ainda assim, a situação tem sua parcela de curiosidade. Ela demonstra que eles podem ter problemas com veículos e animais específicos de algumas regiões. No Brasil, por exemplo, já imaginou estar dirigindo por áreas florestais e encontrar com um macaquinho? Isso renderia uma baita confusão…

 

 

Fonte: Tecmundo.

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A evolução na potência e consumo desde 1975

Foi realizada um levantamento pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) mostrando a potência dos veículos vendidos. A potência dos veículos norte-americanos quase dobrou nas últimas quatro décadas. Enquanto isso, o consumo caiu pela metade.

O início da pesquisa é o ano de 1975. Neste momento, a indústria automotiva estadunidense começava a se adaptar à Crise do Petróleo. O Brasil contornava a situação com o PróAlcool. Nos EUA, dessa crise nasceram diversos carros estranhos, como o Ford Mustang 2.3 com 90 cv.

Durante a crise, a EPA estabeleceu uma meta de consumo de 11,7 km/l (25 milhas/galão) até 1985. O consumo médio, na época, era 6 km/l. A maneira mais econômica para alcançar a meta foi reduzir o deslocamento e potência dos veículos. Em 1975, os motores que operavam com 147 cv de potência passaram a operar, em 1983, com 100. A potência dos carros só voltou a subir na década de 90.

Hoje, a potência média dos veículos norte-americanos é de 287 cv. Eles estão mais rápidos, atingindo a sua potência máxima em 6,5 segundos.

Depois de 1985, houve pontos altos e baixos na média de consumo, até 2008 – quando voltou a cair. Nesse ano, a EPA estabeleceu uma nova meta: alcançar média de 14,9 km/l até 2020. Em 2016, o consumo chegou a 12,5 km/l.

O Camaro, por exemplo, tem na nova geração um motor 2.0 com turbo e injeção direta de 274 cv. Não só isso, seu motor é mais moderno que o anterior: 30 cvs a mais e sistema de desativação de quatro cilindros (quando não forem necessários). O câmbio automático de seis marchas foi substituído por um de oito.

O peso também influencia na eficiência. Em 1975, o Camaro pesava 1.815 kg; enquanto sua versão moderna pesa 1.587 kg, com muito mais tecnologia aplicada.

O Camaro é só um exemplo de automóvel vendido continuamente nesses quarenta anos, mas a evolução é notória em veículos de todos os segmentos.

Fonte: Quatro Rodas.

 

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General Motors: falha nos veículos leva a processo

A Justiça dos EUA negou que os processos estejam prescritos contra a General Motors para o caso dos veículos que desligam sozinhos. O problema, provindo por uma falha na ignição, é relacionado com a morte de mais de 120 norte americanos.

Há dois anos um juiz de Detroit considerou que a montadora não deveria responder por falhas ocorridas antes do pedido de falência, em 2009. A empresa que veio da reestruturação da montadora não deveria carregar a responsabilidade por erros passados.

Em 2016, porém, a decisão foi revogada. A empresa recorreu, no entanto, a Suprema Corte declarou hoje que os processos têm validade.

O ocorrido levou a General Motors acionar o recall para mais de dois milhões de automóveis desde 2014.

A GM deverá prestar depoimentos ao Congresso americano afim de esclarecer os acontecimentos. O principal enfoque está na ciência do problema há mais de duas décadas e ações efetivas sendo feitas somente a partir de 2014.

O defeito no sistema de partida de alguns modelos fazia com que o automóvel retornasse ao modo repouso em pleno movimento. O veículo simplesmente parava durante a circulação. Foram encontrados casos em que tal falha atingiu também os sistemas elétricos e airbags.

De acordo com os representantes da empresa o problema está no local de posicionamento da chave. Qualquer tipo de peso extra, além da chave, em conjunto a colisões ou solavancos, pode mudar a posição da chave e desligar o motor.

A empresa foi envolvida em diversos pedidos de indenização perante a Justiça e criou um fundo de compensação. Aparentemente, 15 funcionários que supostamente sabiam do problema e não se pronunciaram foram demitidos. A General Motors avaliará os valores envolvidos e prestará atendimento aos envolvidos.

O Departamento de Transportes dos EUA multou a GM em US$ 35 milhões.

*Esta matéria foi desenvolvida com auxílio do Portal G1.

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FORD: Chassi produzido com fibra de carbono

Ainda que a produção de componentes em fibra de carbono se limite, na maior parte, aos carros esportivos e luxuosos, provavelmente será adotado aos veículos de passeio. As vantagens da produção do novo chassi acarretam em benefícios incríveis tanto aos motoristas quanto às empresas.

Dessa forma se estabeleceu uma parceria entre Ford e Magna, uma empresa de autopeças. Ao que parece, as duas estariam trabalhando junto no desenvolvimento de novos métodos de utilização desse material. O destino seriam os veículos comuns e sua produção será em grande escala.

Há alguns dias as companhias apresentaram seu primeiro resultado: um agregado dianteiro com fibra de carbono moldada. O Lamborghini Aventador, por exemplo, usa o material na maior parte do seu chassi. Ainda nesses casos o agregado costuma ser produzido em aço.

O desempenho dos veículos depende também do seu agregado, responsável por distribuir e suportar o peso do motor. Ao assistir demonstrações do motor ‘pousando’ sobre uma estrutura metálica, note que essas são as agregadas. Internacionalmente são chamadas de subframes.

Ainda em fase inicial, a Magna declarou que seu produto passou por testes virtuais de engenharia e foram enviados à Ford para avaliações reais. Nessa serão analisados estados de corrosão, estresse e resistência.

A Magna afirmou também que a nova estrutura é muito mais resistente que as similares em metal, devido às propriedades da fibra. O agregado também conta com menos partes móveis na montagem: duas peças de fibra e quatro de metal. Agregados comuns podem possuir até 45 partes móveis.

Se a vantagem é aparente, por que não foi explorada antes? Valor. Estudar materiais em experimento sob peças que sofrem estresse constante é muito arriscado – e caro. As empresas trabalham duro para a não-existência de erros na produção.

Se o estudo vingar e a fibra de carbono figurar o suporte do motor de automóveis comuns, haverá muitas melhorias na performance. Distribuição de peso, estabilidade na pista, redução do consumo de combustível e muito mais vantagens.

 

*Esta matéria foi desenvolvida com auxílio do Portal Tecmundo.

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Felipe Massa na F1: aumento do preparo físico

Muito mais velozes, muito mais fortes: serão os carros encontrados na temporada de 2017 da Fórmula 1. Iniciando no próximo final de semana na Austrália, acompanharão os monopostos com pilotos altamente capacitados. Do jovem piloto holandês Max Verstappen ao veterano finlandês Kimi Raikkonen, os competidores deram atenção principalmente para o preparo físico, incluindo o querido piloto brasileiro Felipe Massa. Isso foi causado pelas novas regulamentações, que tornaram os carros mais pesados, rápidos e maiores.

Fernando Alonso, piloto espanhol bicampeão da Fórmula 1, concentrou seu treino em musculação e pedaladas. Já Carlos Sainz Junior optou por boxe e crossfit. Enquanto isso, Sebastian Vettel com quatro títulos, melhorou sua performance no badminton. O piloto Daniel Ricciardo, como a maioria, teve momentos intensos com treinamentos funcionais.

Massa, único brasileiro na competição, contratou um personal para acompanhá-lo 24h/dia durante as 20 etapas. “Estou me exercitando e treinando mais do que nunca. E, como estou com 35 anos, preciso trabalhar ainda mais. É um grande desafio”, declarou.

Essa preocupação acerca as novas regras da competição. Os carros desta temporada são até 40 km/h mais velozes nas curvas e atingem até 5G em trechos diretos.

Essas mudanças exigem muito mais esforço do coração de músculos dos pilotos. “Com os carros mais agressivos, estamos fortalecendo muito mais o pescoço e fazendo um trabalho cardiovascular mais intenso”, explicou o preparador de Felipe Massa, Alex Azevedo. A atenção ao pescoço está na sustentação da cabeça, que fica para fora do veículo.

A força da gravidade também exige um tronco muito mais forte, com um coração resistente. “A musculatura na região do abdômen e da lombar precisam se fortalecer para aguentar o tranco do carro, enquanto a frequência cardíaca do piloto pode atingir até 200 bpm durante a corrida.”, diz Azevedo. Em dez dias o piloto alcançou 2 kg de pura músculo.

Para dar conta de treinar todos os seus movimentos e músculos, Massa se inspira em diferentes técnicas. Crossfit, pilates, treinamento funcional e muitas outras atividades. “Fazemos um trabalho multidisciplinar, com parte aeróbica, anaeróbica, força, equilíbrio, coordenação motora, flexibilidade, além de concentração e raciocínio”, diz Azevedo.

O grande troféu de Massa está na sua experiência com carros maiores, com aderência e aceleração semelhante.

*Essa matéria foi desenvolvida com auxílio da Revista IstoÉ.

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