Produção veloz da Tesla afeta qualidade de carros

Assim que os sedãs Model S e SUVs Model X saíram da linha de montagem da empresa em Fremont, Califórnia, foi a vez dos veículos elétricos fazerem outra parada: a de reparos. Estaria a produção veloz da empresa afetando na qualidade de seus veículo produzidos?

Carros de luxo geralmente exigem uma série de reparos antes mesmo de sair da fábrica, afirmaram alguns funcionários. A verificação de qualidade tem revelado defeitos em mais de 90% dos veículos Model S e Model X. As fontes citam ainda dados do sistema interno de acompanhamento da Tesla de Outubro. Funcionários informaram à Reuters que veem problemas desde, pelo menos, 2012.

A empresa afirmou que seu processo de qualidade, porém, é normalmente rigoroso; projetado para corrigir as menores imperfeições. Nenhum representante informou a taxa oficial de defeitos, a produção veloz de seus veículos ou comentou o citado pelos colaboradores.

Grandes e eficientes montadoras, como Toyota, têm taxas de reparo pós-montagem menor a 10%. A qualidade na montagem é essencial para a vida útil do automóvel, além do gasto com tempo e dinheiro em reparos.

A montadora afirmou que seus defeitos são pequenos e resolvidos em minutos. A Tesla atraiu consumidores com design elegante, tecnologia limpa e aceleração. 91% dos consumidores compraria um carro da empresa novamente.

Especialistas do setor afirmaram que a sobrevivência da marca depende agora da sua habilidade de produção de grandes volumes. Conforme começa a produzir o seu primeiro automóvel às massas, por exemplo. O Model 3 tem preço inicial de US$ 35,000.

A Tesla nunca teve lucros anuais e gasta cerca de US$ 1 bi por trimestre. Esse valor é insustentável sem a injeção de novos capitais ou grande aumento nas vendas para clientes convencionais.

Nunca duvidamos da habilidade da Tesla em fazer produtos interessantes com especificiações de qualidade, mas há uma diferença entre revelar algo e então produzi-lo perfeitamente em grande volume. A Tesla não aprimorou o último item ainda”, afirma o analista do Morningstar David Whiston de novembro.

 

Fonte: Exame

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JAC T40 e a evolução dos carros chineses

É notória a evolução dos carros chineses. O JAC, por exemplo, é o melhor modelo que já se pôde dirigir. Até o logotipo se renovou e deu lugar a uma imagem oval com as iniciais da marca. O JAC T40 pode mostrar as reviravoltas da marca do país.

O modelo seria um hatch, mas os planos da fábrica na Bahia não saíram e a empresa encolheu por aqui. No meio tempo, os utilitários compactos ascenderam e o representante da JAC Motors achou bom transformá-lo em SUV.

Antes de criticar os carros chineses, saiba que o JAC T40 (com custo aproximado de R$ 60 mil) tem acabamento interno muito superior à maioria dos carros nacionais – pelo mesmo preço. Agora o novo JAC parece maior do que o Stepway. O destaque está no porta-malas bem amplo e na evolução da indústria em apenas uma geração.

A posição para direção é boa e os bancos são forrados em couro com pontos em vermelho. O volante agrada no diâmetro e espessura do aro. Os instrumentos são pequenos, como o computador de bordo, mas a leitura é fácil.

Além disso, o bonitão tenta impressionar. Ao girar a chave, o velocímetro e conta-giros atingem até o fim das escalas.  Os pontos positivos são numerosos: a central multimídia conta ainda com câmera de ré e de retrovisor interno, que pode gravar o que acontece à frente do para-brisa. O rádio pode ser desligado e um grande mostrador de relógio analógico aparece na tela, pra completar.

Fora isso, o que mais agrada – ainda – é o câmbio manual com cinco marchas. O curso é meio longo, mas tem engates fáceis e precisos. Ele traz à memoria o Fusca 1960, 1ª série, com caixa alemã.

A plataforma foi trazida do J3 mas, a fim de corte de gastos, teve a suspensão traseira trocada por um prosaico eixo de torção. É claro que ninguém levará o T40 ao limite, a ponto de notar a diferença nos sistemas, mas pode incomodar.

Nas cidades, a suspensão é sentida bem macia e controlada. O carro é alto, mas não oscila de maneira incômoda. Além disso, os freio, com discos atrás, são sensíveis e agradam os usuários.

 

Fonte: O Globo

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Uber com frota de carros autônomos

A Uber entrou em um acordo a fim de adquirir milhares de carros da Volvo para preparar um frota de carros autônomos. A empresa já conta com 200 utilitários esportivos Volvo, equipados com direção autônoma. Esses veículos participam de testes em Pittsburgh e Tempe, nos Estados Unidos.

O contrato acertado recentemente preverá a compra de mais de 23 mil automóveis do modelo XC90 entre 2019 e 2021. O negócio deverá render aproximadamente a marca de US$1,4 bilhão (ou R$ 4,6 bilhões, no Brasil) à montadora.

A Uber acrescentará a sua própria grade de acessórios. Entre eles, sensores no teto dos carros e um sistema a fim de operá-los como parte da rede. Dessa forma, não será necessário nenhum condutor à direção do veículo.

O anúncio foi realizado 15 dias depois do anúncio em que a Waymo se pronunciou sobre o lançamento de carros totalmente autônomos, em um projeto-piloto que está sendo desenvolvido em Phoenix, no Arizona (EUA). A Waymo é a unidade de carros autônomos da Alphabet, atual dona da Google. Nenhuma outra empresa do setor automotivo conseguiu alcançar este marco.

Em 2016, a Uber junto à Volvo se comprometeu em parceria investir US$ 300 milhões no desenvolvimento de novos automóveis. A proposta seria impulsionar a tecnologia autônoma e preparar novos carros para funcionar sem a atuação de um motorista.

O negócio abrirá um leque enorme de novas fontes de receitas para a Volvo. A empresa já vinha de olho no setor de aplicativos para transporte, e agora, junto com a Uber, terá a possibilidade de alavancar seus projetos e investimentos.

Diversas fábricas e montadoras já fecharam contrato com os serviços de carona. A real intenção está em conseguir negócios para desenvolver a tecnologia mais influente do mercado atual. A GM e Jaguar Land Rover investiram na Lyft, por exemplo. Já a Volks apostou na Gett, rival da Uber.

Fonte: Folha  de São Paulo.

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Crédito para carros mais baratos está se recuperando

Devido a crise e suas complicações, os carros mais baratos foram os maiores prejudicados. Isso aconteceu porque o público-alvo de sua compra, os consumidores de menor renda, sofreram mais. A alta no desemprego associada à restrição de crédito para carros culminou no menor pode de compra.

Agora, com o Brasil se restabelecendo da crise e voltando a gerar empregos, o cenário mudará. A maior oferta de crédito para carros tem chegado aos mais pobres de forma lenta, mas crucial. A oferta é muito mais rápida para os mais ricos, mas disso já sabemos o porquê.

Está havendo um retorno gradual do consumidor de baixa renda ao mercado de veículos. E isso está sendo possível graças ao crédito”, afirma o consultou especializado no setor automotivo, Valdner Papa. Ele é ainda o presidente da ConsultMotors.

No fim disso tudo, o resultado é que o segmento mais barato do mercado voltou a crescer. Ou seja, os carros de entrada, ainda que com certo atraso sob os segmentos de carros mais caros, estão se reerguendo no cenário nacional.

O financiamento de crédito para carros de entrada subiu 3,3% em setembro sob agosto, de acordo com dados provindos pela B3. A consequência é que a participação desses carros nos financiamentos subiu de 20% para 24% na mesma comparação.

A melhora fez com que a taxa de aprovação dos financiamentos para os automóveis de todos os segmentos (que durante a crise caiu para três, a cada dez pedidos), desse um primeiro passo e chegasse a 40%.

Fonte: Isto é Dinheiro

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Virtus e carros elétricos no Brasil

A Volkswagen apresentou em São Paulo o seu novo sedã para a América do Sul, o Virtus. Ela também anunciou que dará início às vendas das versões elétricas do Golf, e-Golf e Golge GTE.

A montadora colocará a região na rota das novas tecnologias mundiais. Segundo seu presidente, Pablo De Si, a medida faz parte da estratégia para retornar à liderança de mercado na região. O Brasil é um forte alvo.

“A nossa meta é deter de 16% a 17% das vendas no mercado brasileiro até 2020. A chegada dos modelos elétricos e híbridos é uma estratégia para posicionarmos a marca nesse segmento, que acreditamos ser uma alternativa viável também para o Brasil”, disse De Si.

A empresa também pretende investir 10 bilhões de euros em desenvolvimento de carros elétricos na China. Dessa forma, se adequará às novas regras sob emissão de poluentes. O grupo, que também é dono da Audi, quer lanças 15 modelos até 2020 e outros 25 até 2025.

O representante da marca, Jürgen Stackmann, afirma que o grupo traça estratégias mundiais para o próximo ano.

“Estamos desenvolvendo uma família de carros totalmente elétrica que deve chegar ao mercado até 2020. Queremos ser o principal player nessa área e com vendas, em 2025, de 1 milhão de modelos elétricos no mundo. A China e a Europa serão as regiões em que essa família deverá ser comercializada inicialmente, mas a intenção é trazer esses carros para o Brasil depois, principalmente para as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro.”

A primeira fase é regionalizar a marca, com produtos específicos para a região. O lançamento do Novo Polo e Virtus, é um exemplo. Os modelos foram desenvolvidos especialmente para o Brasil e região, seguindo suas necessidades locais.

Além do SUV, que será produzido no Paraná, a Volks também anunciou outro modelo para os vizinhos argentinos. De Si, o presidente, afirmou que a montadora investirá US$ 650 milhões para desenvolver o veículo e melhorar a linha de produção.

Fonte: Globo

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