Vendas de carro usado com valor até 20% superior

Certamente, a maior dificuldade para trocar seu carro usado por um novo será encontrar quem pague um valor justo para o artigo já velho. Assim, é difícil encontrar compradores que enxerguem a importância daquele artigo na vida do seu dono e, analogamente, o verdadeiro valor daquilo em si.

Decerto, as concessionárias oferecerão valores abaixo do indicado pela Tabela FIPE… isso não é incomum. A tabela é utilizada como um levantamento tradicional para verificar os valores de veículos no mercado. Então, a alternativa está em vender o seu carro usado diretamente ao comprador.

Entretanto, com a segunda alternativa, a negociação costuma envolver inseguranças e burocracia.

Quem tem um carro usado ou seminovo costuma procurar lojas ou concessionárias. Essas, normalmente, tendem a depreciar o valor do veículo em pelo menos 20%. Outra forma muito trabalhosa é a venda direta para outra pessoa física. Nesta, o proprietário anuncia a venda e tenta encontrar alguém que pague o que ele considera como um preço justo, sem ter noção se de fato o carro tem aquele valor, e, isso pode levar meses.

É o que explica Athus Formiga, fundador e CEO da 123Carros. A Startup viabiliza a compra e venda de veículos entre pessoas físicas.

O fluxo de venda oferecido pela empresa é realizado através da inspeção, divulgação e venda.

Na etapa de Inspeção, o carro usado passa por uma averiguação gratuita. Essa inspeção serve para avaliar seus itens componentes, identificar o estado de conservação e cotação. Logo após, o veículo é precificado com média de valor 20% maior do que o encontrado nas concessionárias;

Formiga explica que, logo depois de definido o valor do automóvel com o vendedor, todo o passo-a-passo é feito pela 123Carros. Desde o anúncio em canais de divulgação à negociação, transferência, regularização dos documentos e pagamento.

“Nosso objetivo é minimizar o volume de fraudes que existem no processo de compra e venda de carros usados e semi-novos. Por isso, pedimos aos nossos clientes exclusividade para negociar a venda. Isso nos traz agilidade e rapidez para comercializar o veículo que, em média, é vendido em até 45 dias”, conta.

Para que você possa entender um pouco mais, o objetivo da empresa é ajudar em todo o processo de compra-venda. Assim, garante-se que o comprador encontre um bom carro, indo de encontro com suas necessidades. Não apenas, garante também que o vendedor possa passar por tudo isso sem dores de cabeça.

Como avaliamos todo o histórico de documentos e gravame, e também identificamos se os carros anunciados passaram por algum sinistro, conseguimos viabilizar uma compra com total transparência, o que gera segurança para as duas pontas, comprador e vendedor”, explicou o CEO.

Fonte: Info Money

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Como escolher um bom carro usado

A compra de carros usados de até 8 anos subiu 4% em 2017. Foi a segunda faixa etária mais negociada, perdendo somente para os seminovos – de até 3 anos de uso. Como escolher corretamente um veículo com essa idade?

Um veículo de seis anos tem entre 50.000/60.000 km rodados em média. Dependendo da marca e modelo, a necessidade de manutenções nesta quilometragem é decisiva para fechar negócio.

Há muito itens para prestar atenção. Veja alguns dos mais importantes na lista abaixo.

Pneus

São substituídos entre 30.000/40.000 km. Há porém aqueles que trocam somente os dois pneus em pior estado de conservação. Verifique atentamente o estado dos cinco pneus, inclusive o estepe.

Amortecedores

Depois dos 30.000 km rodados, os amortecedores vão perdendo sua ação. Se o carro estiver com alta quilometragem e essas peças ainda não foram substituídas, considere esse gasto. Troca de pneus e amortecedores costumam custar R$ 3.000.

Correia dentada

Não ultrapasse três anos de uso ou 50.000 km com a mesma correia. Inclusive, cobre a nota fiscal da troca para o vendedor. Esse item não deve ser negligenciado. Essa peça vencida pode prejudicar seu cabeçote e até o motor.

Superaquecimento

Dê uma boa olhada e procure nas conexões das mangueiras, ao lado da válvula termostática, no radiador e ao lado da tampa amarela do reservatório de água do motor por manchas rosadas ou avermelhadas. Esses sinais indicam vazamentos ou mau funcionamento do sistema.

Embreagem

Se o câmbio for automático, dê uma volta com o carro. A embreagem desgasta muito mais rápido e há muito mais incidência de problemas no módulo gerenciador nesses automóveis.

Lembre-se também que a embreagem de um câmbio automatizado é mais cara que a embreagem de câmbio mecânico.

Câmbio automático

É mais confiável, mas faz com que a troca do óleo hidráulico aconteça antes dos 50.000 km. É um serviço especializado, que precisa de profissionais habilitados. Uma simples troca de óleo pode se tornar um grande prejuízo.

Em um veículo com mais de 80.000 km essa substituição é imprescindível para evitar a perda de pressão interna do câmbio.

Direção hidráulica

Verifique ruídos ou vazamentos. Reparos na caixa ou bomba de direção hidráulica podem custar R$ 2 mil reais nos nacionais. E até R$ 4 mil em importados. No test-drive você pode verificar tais ruídos.

Se há algum vazamento, leve o carro ao mecânico. Um bom indício para problemas é se o nível do reservatório da direção hidráulicas estiver baixo.

Atente-se para noções importantes aos carros usados

As notas fiscais de manutenção e carimbos de revisão no manual são imprescindíveis no momento da negociação de um carro usado. Elas mostram quais serviços foram realizados e quais serão os problemas futuros.

Para você que está vendendo, é de bom grado oferecer uma vistoria veicular ao comprador. Mostre a ele que o seu veículo não possui graves problemas. Na Mais Visão, por exemplo, você pode encontrar esse tipo de serviço.

 

Fonte: G1

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Crédito para carros mais baratos está se recuperando

Devido a crise e suas complicações, os carros mais baratos foram os maiores prejudicados. Isso aconteceu porque o público-alvo de sua compra, os consumidores de menor renda, sofreram mais. A alta no desemprego associada à restrição de crédito para carros culminou no menor pode de compra.

Agora, com o Brasil se restabelecendo da crise e voltando a gerar empregos, o cenário mudará. A maior oferta de crédito para carros tem chegado aos mais pobres de forma lenta, mas crucial. A oferta é muito mais rápida para os mais ricos, mas disso já sabemos o porquê.

Está havendo um retorno gradual do consumidor de baixa renda ao mercado de veículos. E isso está sendo possível graças ao crédito”, afirma o consultou especializado no setor automotivo, Valdner Papa. Ele é ainda o presidente da ConsultMotors.

No fim disso tudo, o resultado é que o segmento mais barato do mercado voltou a crescer. Ou seja, os carros de entrada, ainda que com certo atraso sob os segmentos de carros mais caros, estão se reerguendo no cenário nacional.

O financiamento de crédito para carros de entrada subiu 3,3% em setembro sob agosto, de acordo com dados provindos pela B3. A consequência é que a participação desses carros nos financiamentos subiu de 20% para 24% na mesma comparação.

A melhora fez com que a taxa de aprovação dos financiamentos para os automóveis de todos os segmentos (que durante a crise caiu para três, a cada dez pedidos), desse um primeiro passo e chegasse a 40%.

Fonte: Isto é Dinheiro

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Carros antigos com valorização acima dos 130%

Os colecionadores de carros antigos que escondam o seu precioso tesouro! Um estudo realizado pela FGV SP demonstrou que esses veículos obtiveram retorno financeiro superior à taxa de juros Selic. Não só, como também ultrapassaram a taxa CDI ao longo do tempo.

De 24 modelos analisados entre 2005 a 2006 e 2015 a 2016, a Kombi Corujinha foi a mais valorizada: +135%. Mais de 100% de valorização para carros antigos, em apenas dez anos.

Até mesmo os cinco veículos com menor valorização obtiveram taxas superiores à inflação brasileira.

Dodge Charger (1973 a 1975)

Diferente dos modelos modernos e robustos, com rápida desvalorização, o modelo antigo se mantém. Dificilmente seu valor será reduzido com os anos, assim como o Dodge que valorizou 125,9% desde então.

Diferentemente dos modelos modernos, que perdem valor com o tempo, como ocorre com os bens de consumo em geral, o modelo antigo dificilmente tem seu valor reduzido com o passar dos anos, afirmou Luis Henrique Rigato. Ele é professor e coordenador do curso Master in Business and Management da FGV EAESP e um dos autores da pesquisa.

Os cinco modelos mais valorizados com o tempo foram:

  1. Kombi Corujinha – 1968 a 1975: 135,%;
  2. Dodge Charger – 1973 a 1975: 125,9%;
  3. Dodge Dart (02 portas) – 1970 a 1973: 117,7%;
  4. Camaro Coupê – 1967 a 1969: 116%;
  5. Maverick GV V8 – 1973 a 1976: 75,5%.

Enquanto isso, os que obtiveram a menor valorizaram foram:

  1. Mustang Hard Top – 1966 a 1968: -32,5%;
  2. Mercedes SL – 1973 a 1975: -27,8%;
  3. Rural Willys – 1968 a 1970: -13,1%;
  4. Porsche Envemo Super 90 – 1980 a 1982: -5%;
  5. Camaro conversível – 1967 a 1969: 2,4%.

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Esperava-se que os modelos mais desejados seriam os que mais se valorizavam, o que não ocorreu, comentou o autor do estudo, Prof. Arthur Ridolfo Neto.

Esses dados foram levantados através de questionários respondidos por 103 colecionadores. Também foram analisados por mais de 06 mil anúncios de classificados de vendas de carros antigos. Todos os dados se enquadram nas especificações da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA):

  • Fabricação superior há 30 anos;
  • Características originais de fabricação e Certificado de Originalidade reconhecido pelo Danatran.

E em termos comparativos, as taxas utilizadas foram as da caderneta de poupança, CDO, IGP-M e Selic durante a última década.

 

Fonte: O Globo

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Carros defeituosos em uso pela Uber

Mil motoristas da Uber utilizaram carros defeituosos pelas ruas de Singapura por meses. A companhia, que sabia da necessidade de manutenção, já tinha recebido um pedido de recall pela montadora. Toda a situação só veio à mídia quando um dos automóveis pegou fogo.

O caso tomou público pelo Wall Street Journal. O jornal obteve cópias de e-mails em que os executivos discutiam como contornar a crise que se aproximava.

Tudo teve início com planos de economia. Em 2016, eles decidiram comprar veículos e alugá-los aos motoristas – mas ao invés de procurar autorizadas, optaram por importadoras de mercado cinza.

Essas empresas vendem automóveis de forma legalizada. Porém, o WSJ afirma que é difícil manter um nível adequado de fiscalização sob seus contratos. A Uber adquiriu unidades do Vezel, da Honda, com até 12% de desconto.

Ao disponibilizá-los, a empresa afirmou que eles estavam em perfeitas condições. A Honda, porém, já havia expedido um pedido de recall por causa de um componente defeituso que estava superaquecendo.

Até a importadora, Sunrita, alertou à Uber sobre o problema. Os e-mails demonstram 1.065 carros defeituosos nas mãos dos motoristas. Como as compras foram feitas pelo ‘mercado cinza’, os reparos deverão ser feitos pela importadora, não pela Honda.

Em um comunicado de maio de 2016, a Sunrita alertou que só tocaria o processo em agosto daquele ano. Até janeiro de 2017 a empresa seguiu comprando carros defeituosos.

Foi então em janeiro que o veículo pegou fogo. O motorista Koh Seng Tian, 61 anos, sentiu um cheiro de queimado e de repente o painel do veículo começou a derreter.

O acidente aconteceu no dia 11, e a sede da Uber recebeu a notícia apenas no dia 14. Ninguém se feriu, mas a situação serviu de alerta para a chegada de mais uma crise de relações públicas.

Em conversas internas, executivos sugeriam retirar todos os carros defeituosos das ruas – e a outra parte afirmava que isso causaria pânico. A Uber optou por deixá-los em circulação e convocá-los para um reparo – que não foi aprovado pela Honda.

 

 

Fonte: Olhar Digital 

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