Interrupção das vendas de veículos brasileiros em recall

Muitos veículos brasileiros estão listados em recall e alguns continuam circulando de forma irregular (Veja mais em: Airbags mortíferos causam o maior recall da história). Dessa forma, alguns fabricantes foram obrigados a desativá-los até que a regularização da entrega do novo componente.

As chamadas têm motivos diversos, onde muitas colocam em risco a vida dos passageiros. Para resguardá-los, o deputado federal Alexandre Valle propôs a interrupção da venda de veículos com recall anunciado. Esta proposta foi realizada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.

“Precisamos parar imediatamente a comercialização de todos os veículos que entram em recall. As seguradoras não podem fazer o seguro, não podem transferir o veículo, não podem vender. Não adianta achar que vai mandar cartinha e vai resolver o problema. Não vai, pessoas estão morrendo por falhas mecânicas”, afirmou Valle.

A fiscalização do poder público deve ser mais assertiva para evitar a comercialização de tais veículos. É o caso dos airbags da Takata, que foram desligados por falta de peças de reposição.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor, o cuidado com o recall não é tão importante assim no Brasil. Autoridades norte-americanas, por exemplo, analisam até mesmo carros antigos – devido a sua exposição à elementos naturais e idade.

O Ministério Público abriu processo contra as montadoras que demorarem a convocar os veículos brasileiros à recall. Além do comunicado no documento do veículo, o Ministério pretende obrigar o Denatran a fornecer o endereço dos proprietários às montadoras.

De acordo com Carolina, em dez anos o número de recall aumentou 200% em nosso país. A comunicação do problema, hoje em dia, é feita majoritariamente por meios de comunicação ou rede social.

As montadoras afirmam que o carro é um produto complexo de 5 mil parte, que pode ter defeitos. O governo disponibilizou uma lista de todos os modelos em recall pelo país, para que o consumidor se cadastre a receba avisos de novas chamadas por e-mail. Para acessar o portal, clique aqui.

 

Fonte: Notícias Automotivas

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Novos carros do Mundial de F1 geram ânimo

Houve um período na temporada 2017, Mundial de F1, que a Williams tinha Felipe Massa puxando um bonde inteiro. Ele contava com Lance Stroll, quase sem entrar na zona de pontuação.

O tempo passou e o companheiro estava apenas um tento atrás na classificação. Massa foi ao Japão, onde subiu duas vezes ao pódio animado para testar seu carro de 2017 por lá.  Já na semana da corrida, Massa decidiu curtir o ambiente e esquecer o duelo interno.

As pistas que guardam as curvas mais rápidas, como  Suzuka, são esperadas o ano todo devido a nova geração de carros da F1. Os pilotos afirmam que é muito divertido guiar por lá.

Suzuka é definitivamente uma das melhores pistas e onde eu amo correr. Creio que o carro que temos neste ano [na F1] fará ser incrível a corrida aqui, por conta do alto downforce e das curvas de alta velocidade, então estou realmente ansioso para o GP do Japão.

Stroll, companheiro de massa que pode terminar o final de semana na frente, não conhece a Suzuka. Depois de assistir na televisão e acompanhar notícias da F1, o novato está ansioso para correr. E comer, quando estiver disponível, ele diz.

Ouvi muitas coisas ótimas sobre essa pista. Todos os pilotos parecem adorar e me disseram que a torcida é ótima aqui também. Estou especialmente ansioso para correr em Suzuka e passar um tempo na Ásia. A pista teve algumas corridas clássicas e espero que tenha novamente neste ano. Sou um grande fã da comida“, falou Stroll.

Após o retorno do Mundial de F1 das férias, Stroll marcou 14 pontos. 04 pontos sobre Massa, que marcou apenas 10.

A Williams soma 65 pontos no campeonato de Construtores e vê a Renault se aproximando, com 52 pontos. O GP do Japão acontecerá no próximo dia 08 de outubro e o Grande Prêmio acompanha todas as atividades.

Fonte: Grande Prêmio, UOL.

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Carros na praia e outros problemas encontrados em PE

Os carros mandam na região metropolitana do Recife. Os carros na praia só mostram a vontade de chegar logo ao mar.  Alguns condutores ziguezaguearam pelos acostamentos e assustaram ciclistas para ganhar tempo.

Os maiores carros brigam entre si por vagas próximas ao calçadão e aceleram para desbancar os mais vagarosos. São muitos palavrões, xingamentos e brigas que se vê pelo trânsito pernambucano.

Os pedestres temem ser atropelados por condutores apressados. Há dez metros um veículo buzinava demonstrando que iria ultrapassar o sinal amarelo e pedia atenção de quem passava pela rua.

Na rua Boa Vista, do bairro Santo Antônio, quatro de dezesseis postes sumiram e só restaram as bases em metal. As pontas que sobraram oferecem riscos de corte e doenças, como tétano. O gradil dos canteiro, da avenida Conde da Boa Vista hoje servem como bancos e cadeiras.

A denúncia dos moradores de Tabajara, em Olinda, fez com que alguns dos problemas fossem resolvidos: como os buracos das ruas, por exemplo. Porém, só depois de muita espera e insistência.

Ainda assim, o desvio do trânsito da Estrada da Batalha para a Rua Armindo Moura, em Jaboatão, acabou por desorientar muitos motoristas. Na esquina, uma placa demonstrava o desvio, mas muitos desavisados acabavam por não ler o que dizia nela. Os condutores acabavam, então, por adentrar em ruas erradas para chegar no seu destino.

O evento denominado Bicicultura, que é um encontro nacional de condutores de bikes e cicloativismo, toca em um dos pontos mais sensíveis da região: atendimento do poder público. Será mesmo que a região, e o estado, têm sido tratados da melhor forma?

O anúncio da implantação de um centro de coleta de resíduos industriais em Escada tem alimentado diversas discussões. O debate terá ainda audiência pública, onde farão o acerto de contas do novo projeto. A central tem orçamento inicial de R$ 13 milhões e toma conta de uma área de cerca de 37 hectares de terra. Ela estará localizada próximo a um aterro sanitário municipal.

 

Fonte: Diário de Pernambuco

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Piloto morre após acidente com carros históricos da F1

Na tarde da quinta-feira, feriado nacional do dia 7 de Setembro, uma notícia muito triste veio à tona ao mundo do automobilismo. Depois de sofrer um grave acidente durante a disputa pelo GP de Zandvoort, na Holanda, o piloto francês David Ferrer, com 61 anos, não resistiu aos ferimentos sofridos e veio a falecer. Já não é a primeira vez que um piloto morre durante a corrida na F1.

O GP era válido pelo campeonato de carros históricos da Fórmula 1 e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou a notícia do falecimento por meio de comunicados oficiais.

É com grande pesar que a FIA lamenta comunicar que o piloto Sr. David Ferrer infelizmente sucumbiu aos ferimentos sofridos no acidente em Zandvoort. A FIA presta suas mais sinceras condolências à família e aos amigos do Sr. Ferrer neste momento difícil e espera que todos se lembrem do brilhante piloto que o Senhor [Ferrer] foi, afirmou ela.

O piloto David Ferrer estava a bordo de seu March 701. Foi enquanto o pilotava que subitamente acabou sofrendo um grave acidente nas pistas holandesas.

O piloto passou pelos primeiros socorros de imediato no local e transportado por helicóptero até o hospital. Ainda assim, na capital da Holanda, ele acabou por não resistir aos ferimentos sofridos.

Logo atrás, justamente no momento do acidente, o piloto Paul Tattersall vinha com seu Ensign N179. Ele descreveu como impressionante o acidente ocorrido e nos afirmou que escapou de sua morte por muito pouco.

Eu tive uma fração de segundo para decidir se ia para a esquerda ou para direita, diz o piloto muito nervoso. Graças a Deus eu escolhi a direita, senão teria batido no David, terminou ele com lágrimas nos olhos.

A Fórmula 1 perdeu um grande e histórico piloto, cuja falta será sentida em diversas competições. O que espera porém é poder amparar a família de Ferrer a partir de então.

 

Fonte: Notícias Terra

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BMW prepara produção em massa de carros elétricos

A empresa querida por muitos, BMW, está em processo de preparação para dar início ao que chamam de produção em massa. Serão produzidos cerca de 12 modelos diferentes – e elétricos! – até o ano de 2025, anunciou a alemã.

Essa decisão veio para colocá-la mais próxima da corrida dos fabricantes tradicionais e recuperar o atraso. Tudo indica que seu principal alvo é a Tesla, pioneira na produção dos carros elétricos nos Estados Unidos.

Muitos compradores já declararam que procuravam evitar os veículos elétricos por causa do alto valor agregado e autonomia limitada. Isso até o momento em que a Tesla revelou o Modelo S, em 2012. Esse automóvel quebrou as barreiras dos 322km, com apenas uma carga.

E desde dado momento, os avanços na tecnologia e aprimoramento de baterias só vem crescendo. Isso, aliado à repressão global quanto à poluição e escândalos da emissão de poluentes de carros a diesel (Veja mais em: Adulteração de motores da Daimler).

Todo esse conjunto contribuiu para que aumentasse a pressão sobre os fabricantes de veículos. Isso influenciou na aceleração do processo de desenvolvimento de alternativas mais baixas (ou zeradas) de emissão de poluentes.

A BMW, que lançou o i3 há quatro anos, afirmou que está preparando suas fábricas. Ela entrará na maior produção de carros elétricos que já se pôde ver, até o ano de 2020. Tudo afirma que a demanda de veículos à bateria só tende a decolar.

Até 2025, vamos oferecer 25 veículos eletrificados –12 serão totalmente elétricos, disse o presidente-executivo Harald Krueger a jornalistas em Munique. Ele acrescentou ainda que seus carros terão autonomia de até 700km.

Este é o marco da incursão em eletrificação da montadora. A BMW conta com marcas como a Mini e Rolls-Royce e vendeu 2,34 milhões de veículos no ano anterior. Os anúncios de mudanças foram declarados no dia em que seu rival, Jaguar, anunciou que ofereceria variantes elétricas de todos os seus modelos em até três anos.

 

Fonte: Folha

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