Audi e o e-tron Vision Gran Turismo

A Audi, uma fabricante de carros muito querida, divulgou as primeiras imagens do e-tron Vision Gran Turismo. Não sabe o que é? Pois bem. Esse projeto foi criado a fim de comemorar os quinze anos do jogo Gran Turismo. Ele ganhou vida de fato ao se transformar em um carro de corrida elétrico.

A máquina Audi e-tron Vision Gran Turismo traz três motores elétricos. Um é encontrado no eixo dianteiro, os outros dois são posicionados no eixo traseiro. Cada um conta com o equivalente a 268 cv, o que representa uma potência combinada de 804 cv.

O bonitão pesa 1,4 mil quilos e o protótipo tem aceleração de 100 km/h em 2,5 segundos. A distribuição de peso é de 50% sobre cada eixo. A relação peso-potência é de 1,78 kg/cv.

As linhas e pintura do projeto foram totalmente inspiradas no Audi 90 Quattro IMSA GTO. Esta é a versão de pista do anterior sedã da Audi com tração integral, a qual destronou os concorrentes no campeonato de turismo dos Estados Unidos da América ao fim dos anos 1980 e início da década de 1990.

Tanto as linhas quanto a pintura do protótipo foram inspiradas pelo Audi 90 Quattro IMSA GTO. É a versão de pista do sedã da Audi com tração integral que destronou todos os concorrentes no campeonato de turismo nos EUA no final da década de 80 e início de 90.

Além disso, o e-tron Vision Gran Turismo será usada em provas da Fórmula E e eventos como race taxi. Então,  os convidados serão levados em voltas rápidas pelos circuitos, com os pilotos DTM Rahel Frey e Dindo Capello.

 

Fonte: Jornal do Carro | ESTADÃO

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O significado das siglas dos carros de Fórmula 1

Nós separamos aqui uma série de dicas sobre o significado das siglas dos carros de Fórmula 1. Com ajuda do Globo Esporte, encontramos os nomes dos dez inscritos para a temporada de 2018. Veja mais.

Mercedes F1 W09

Os modelos da Mercedes são chamados assim mesmo: carros. A letra W vem de wagen que significa carro, em alemão. Também apontam uma dualidade com a palavra wettkampf, que significa competição.

Foi assim com o primeiro veículo da marca, o W196, da década de 50.

Ferrari SF71H

A Ferrari é a equipe mais tradicional da competição. Já adotaram diversos padrões diferentes para nomear seus modelos e o mais recente veio em 2017.

Foi neste ano que a fundação da equipe completou sete décadas, e por causa da motorização híbrida, o modelo foi nomeado por SF70H [Scuderia Ferrari, 70 anos, híbrido].

Red Bull RB14

A sigla diz tudo.

Desde o seu ingresso na categoria, no ano de 2005, a Red Bull Racing já construiu 14 carros para a Fórmula 1.

Force India VJM11

Vijay Mallya é um milionário indiano que chegou à categoria com fama pela sua riqueza e excentricidade. Foi por isso mesmo que os carros passaram a conter suas iniciais, desde o VJM01 em 2008.

Recentemente, o ricaço foi preso na Inglaterra, impossibilitado de deixar o país. As suas empresas estão acumulando dívidas e, com isso, pode acontecer a venda da equipe de Fórmula 01.

Williams FW41

Frank Williams é um dos velhos da fase romântica da Fórmula 1. Seu primeiro carro foi construído por seu time em 1975, levando suas iniciais FW. No mesmo ano, Frank trouxe à pista outro modelo, batizado por FW04.

São 48 modelos desde o primeiro FW, incluindo o possante para 2018, FW41.

Renault R.S.18

Desde 1970, a Renault já apresentou 25 modelos diferentes na F1. Todos eles possuem, em comum, a letra R da marca no começo da sigla.

Na terceira passagem, que iniciou em 2016, os franceses adotaram a sigla R.S.; iniciais da divisão para competições, Renault Sport. O R.S.18 é o Renault Sport de 2018.

Toro Rosso STR13

As operações da equipe iniciaram um ano após a RBR. Dessa forma, a equipe da Itália segue o mesmo padrão da equipe principal. O STR13 é o décimo terceiro carro lançado pela Scuderia Toro Rosso.

Haas VF-18

A Haas chegou à Fórmula um há dois anos. Com sua chegada, em 2016, a equipe apresentou o primeiro carro do time, batizando-o como VF-16.

A referência era aparente, mas nem todo mundo entendeu. A sigla foi explicada então como very first, ou ‘primeirão’ em tradução livre.

McLaren MCL33

Os 61 modelos lançados desde 1966, sempre levaram a letra M na sigla. A referência é ao fundador, piloto e construtor Bruce McLaren.

Os número e letras que vinham em sequência variaram de padrão até 1981. Após isso, o time foi adquirido por Ron Dennis, dono de uma equipe de Fórmula 2, chamado Project Four.  A partir de então, foi chamada de MP4/1 e seguida por uma sequência de números.

Com a saída de Ron Dennis, a McLaren trouxe de volta o MCL, em referência ao nome do primeiro dono.

Sauber C37

Peter Sauber é um romântico incorrigível. Todos os seus modelos levam a inicial do nome da esposa, Christiane. Desde o C1, o primeiro protótipo, construído e pilotado na casa dos pais, até os vitoriosos Sauber-Mercedes C9.

Fonte: Globo Esporte

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Lançamento do carro da Red Bull

Finalmente o lançamento da equipe austríaca aconteceu! O carro da Red Bull foi lançado no dia 19 de fevereiro, causando um grande alvoroço. Foi o segundo time a dar as caras por aqui.

O carro da Red Bull para concorrer à Fórmula 1 de 2018 foi demonstrado na última segunda-feira, dia 19. Na conta oficial do twitter, a equipe afirmou que o RB14 seria apresentado no dia 19 de fevereiro mas não revelou mais detalhes.

A data escolhida foi muito interessante. A equipe foi, até então, a segunda a demonstrar o seu veículo. A primeira equipe a revelar seu possante foi a Williams.

Era tradicional que o carro da Red Bull não fosse mostrado com tanta rapidez. A equipe tinha por hábito adiar o máximo possível o lançamento de suas máquinas. Essa tática era utilizada a fim de estender o processo de desenvolvimento dos automóveis.

Ainda assim, neste ano, o time optou por  novas abordagens, para garantir que está colocada na melhor forma possível para alcançar sua quilometragem já nos testes de pré-temporada.

 

Fonte: Motor Sport

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Fernando Alonso e os choques nos carros de F1

Devido ao seu sistema híbrido, com um motor elétrico e um a combustão, os veículos podem continuar energizados mesmo com o carro em pura inércia. Assim, é bem possível tomar alguns choques nos carros de F1.

Esse problema é muito raro e só aconteceu durante o trabalho das equipes no desenvolvimento do sistema. O bicampeão, Fernando Alonso, por exemplo, foi uma das vítimas dos choques.

Em veículos de competição híbridos ou elétricos, há indicações sonoras e visuais para avisar os fiscais de pista se é ou não seguro encostar no carro. Assim, é bem possível tomar alguns choques nos carros de F1, mas devem estar devidamente sinalizados.” afirmou Ricardo Takahira. Ele faz parte da Comissão Técnica de Veículos Elétricos da SAE.

Nos modelos da competição, uma luz verde em cima do santantônio demonstra o momento certo para encostar no automóvel. Se for extremamente necessário atuar no veículo ligado, é necessário a utilização de luvas isolantes de eletricidade.

Há ainda uma chave geral, como um botão exposta no parte externa do carro, que desliga toda a parte elétrica do mesmo.

Os veículos híbridos e elétricos provocam ainda outros desafios relacionados a acidentes. No caso dos carros comuns de passeio, os bombeiros precisam ter noção de onde circulam os cabos de energia.

Esse conhecimento é necessário para evitar choques quando a carroceria precisa ser cortada. O problema é ainda maior quando os passageiros precisam ser resgatados das ferragens. A reparabilidade desses casos é muito mais complexa.

Como os mecânicos passam a lidar com alta tensão, eles precisam de um treinamento específico e até roupas especiais”, afirmou Takahira.

 

Fonte: Quatro Rodas

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Felipe Massa debate sobre os carros de F1 de 2017

Felipe Massa guardará excelentes lembranças de seu último ano atuando na Fórmula 1. O brasileiro que deixou a categoria no fim da temporada, esse ano ficará marcado para sempre em seu coração e memória.

Os carros foram reformulados e apesar de muito bons mecânica e esteticamente, revivem os anos de 2006, 2007 e 2008 – que exigem muito mais do potencial e capacidade física dos pilotos. De acordo com Felipe Massa, os carros anteriores obrigavam os pilotos a guiarem como vovôs.

Com certeza, eu vou lembrar do carro deste ano como um dos ótimos de pilotar. Quando você pilota este carro, a sensação é muito boa para o piloto em termos de Força G e trabalho físico“, diz o piloto brasileiro que completou 36 anos em 2017.

Na avaliação realizada por Felipe, os carros de 2017 voltaram a exigir todo o esforço da capacidade física e técnica dos profissionais. Ele afirma que, para realizar uma volta perfeita com esses carros, é necessário ser um piloto extremamente capacitado – como não acontecia antes. Os pneus se degradavam muito mais rápido e era necessário pilotar como um vovô. A partir de então, você deve vestir o piloto que é de verdade.

A partir de 2017, os veículos passaram por transformações incríveis em seus tamanhos e pressão aerodinâmica. Agora, eles são maiores e atuam com pneus mais largos. O trabalho técnico, estratégico e físico dos pilotos aumentaram consideravelmente.

Para Massa, os novos carros lembram modelos dos anos 2000. Nesse período, ele atingiu os melhores resultados da sua trajetória na categoria. Ele declara ainda que, os automóveis, são muito parecidos. Com eles você precisa estar preparado para arriscar tudo e pilotar com muito mais capacidade e agressividade.

 

Fonte: Futebol Interior

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