Jogo Forza 7 conta com carros do Velozes e Furiosos

O tão esperado jogo Forza 7 Motorsport, finalmente está perto de nós! Em 03 de outubro a franquia exclusiva de Xbox One e Windows 10 estará em circulação. As principais novidades estão acerca dos carros de Velozes e Furiosos. É um dos lançamentos mais esperados do ano!

O público está ansioso para poder testá-lo. Ele foi disponibilizado em três versões diferentes: Ultimate, Deluxe e Standard e quem comprá-lo para Xbox One X vai poder aproveitar a possibilidade de jogá-lo com a resolução 4K.

Os jogadores foram a loucura com a novidade de poder utilizar os carros da franquia Fast and Furious. Logo, por esse mesmo motivo, o pacote mais empolgante já ofertado pela Microsoft foi o Fate of the Furious, que traz dez carros diferentes do filme. Nele, você pode encontrar modelos incríveis como o Dodge Charger 1968, o carro favorito de Dominic Toretto.

Não só o Charger está nessa lista de peso, como outro Dodge bacana que é o Demon 2018. Serão 840 cv de potência aliados a burnouts para que o Demon possa demonstrar todo o seu poder em circulação pelas pistas.

Você também poderá encontrar no pacote do Fate of the Furious carros como o Corvette da Chevrolet de 1966, o Jaguar F-Type R Coupe 2015 e a Mercedes-AMG FT S 2015. A experiência e a jogabilidade prometem ser fora do comum.

Todo o pacote será disponibilizado já a partir do lançamento do jogo Forza 7, para aqueles que garantiram versões Ultimate ou Deluxe. Já para aqueles que optaram pela versão Standard do jogo, o pacote estará disponível por aproximadamente US$10 (mais ou menos RS 31).

Essa é a sétima edição do jogo, desenvolvido pela Turn 10. O principal concorrente é o Gran Turismo, que foi desenvolvido especialmente para a plataforma do PlayStation. Esta franquia também conta com data de lançamento de seus novos jogos para outubro.

 

Fonte: Quatro Rodas, UOL.

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Descarte das baterias de carros elétricos

Os carros elétricos compõem uma realidade cada vez mais próxima do mercado. Com isso as empresas agora têm de se preparar para os resultados e descartes dessa brincadeira. Quanto à questão ambiental: qual o descarte das baterias de lítio-íon quando se esgotarem?

Os milhões de baterias usadas em todo tipo de produto, como smartphones, já consomem muitos recursos. Aproximadamente dois bilhões de dólares em metais e minerais, somente em 2015.

O descarte das baterias termina em depósitos de lixo ou acumulando nas casas – mas sem uso. As baterias utilizadas nos veículos elétricos são muito maiores e duram entre oito e dez anos. Elas somarão 90% do mercado das baterias de lítio-íon em 2025. A demanda por lítio quadruplicará, assim como a de cobalto aumentará duas vezes mais – as principais matérias-primas.

Embora a reciclagem desses materiais de pequeno porte não seja uma prática comum, espera-se que o cenário mude com a circulação dos carros. As empresas esperam, também, poder lucrar com isso.

Uma das principais dificuldades é padronizar o processo de reciclagem. A bateria dos carros, por exemplo, tem diversos químicos incorporados, assim como cada bateria emprega seu próprio composto.

“Cada um emprega uma formulação própria.As baterias chumbo-ácidas são muito mais simples”, afirmou Linda Gaines, analista do governo americano.

A OnTo Technology que contornar o problema: utilizar baterias expiradas na produção de eletrodos utilizados em baterias novas. Ao invés de decompor o material, extrair seus componentes e reaproveitá-lo.

“Em 2025, esse certamente será um setor robusto. Daqui até 2020, vamos aprender sobre como colocar isso em prática“, disse Steve Sloop, fundador da empresa.

Elon Musk, o deus do mercado, afirmou que a Gigafactory, unidade de produção das baterias Tesla seria acionada por energia limpa. Incluindo o processo de reciclagem e aproveitamento. China e União Europeia também adotaram regras para que os fabricantes sejam responsáveis pelo descarte dos seus produtos.

 

Fonte: Folha

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BMW prepara produção em massa de carros elétricos

A empresa querida por muitos, BMW, está em processo de preparação para dar início ao que chamam de produção em massa. Serão produzidos cerca de 12 modelos diferentes – e elétricos! – até o ano de 2025, anunciou a alemã.

Essa decisão veio para colocá-la mais próxima da corrida dos fabricantes tradicionais e recuperar o atraso. Tudo indica que seu principal alvo é a Tesla, pioneira na produção dos carros elétricos nos Estados Unidos.

Muitos compradores já declararam que procuravam evitar os veículos elétricos por causa do alto valor agregado e autonomia limitada. Isso até o momento em que a Tesla revelou o Modelo S, em 2012. Esse automóvel quebrou as barreiras dos 322km, com apenas uma carga.

E desde dado momento, os avanços na tecnologia e aprimoramento de baterias só vem crescendo. Isso, aliado à repressão global quanto à poluição e escândalos da emissão de poluentes de carros a diesel (Veja mais em: Adulteração de motores da Daimler).

Todo esse conjunto contribuiu para que aumentasse a pressão sobre os fabricantes de veículos. Isso influenciou na aceleração do processo de desenvolvimento de alternativas mais baixas (ou zeradas) de emissão de poluentes.

A BMW, que lançou o i3 há quatro anos, afirmou que está preparando suas fábricas. Ela entrará na maior produção de carros elétricos que já se pôde ver, até o ano de 2020. Tudo afirma que a demanda de veículos à bateria só tende a decolar.

Até 2025, vamos oferecer 25 veículos eletrificados –12 serão totalmente elétricos, disse o presidente-executivo Harald Krueger a jornalistas em Munique. Ele acrescentou ainda que seus carros terão autonomia de até 700km.

Este é o marco da incursão em eletrificação da montadora. A BMW conta com marcas como a Mini e Rolls-Royce e vendeu 2,34 milhões de veículos no ano anterior. Os anúncios de mudanças foram declarados no dia em que seu rival, Jaguar, anunciou que ofereceria variantes elétricas de todos os seus modelos em até três anos.

 

Fonte: Folha

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Como será o carro em 2030?

No momento, é a tal da classe média chinesa que vem garantindo o mercado global de automóveis. O carro em 2030, atingirá o pico das vendas chinesas. A partir de então, a totalidade das pessoas que terão carro próprio sofrerá o maior decline já visto e passará a ser estendida e negociada como serviço.

Será uma grande, se não a maior, revolução na indústria automobilística – gerando impactos em toda a cadeia. Desde a distribuição de matérias à produção efetiva, todos serão afetados. Os estudos são provenientes do banco suíço Julius Baer sobre mobilidade.

O banco, com presenças em mais de vinte países, tem a Suíça e a Ásia como mercados principais – com sede localizada em Zurique. Ele analisou alguns dados sobre a situação do setor automotivo, principais tecnologias, e – principalmente – os novos hábitos de consumo.

A sociedade moderno o fez concluir que, ainda no cenário com maior influência conservadora, haverá grandes migrações para modelos autônomos e menos poluentes. Veículos elétricos ou híbridos serão a febre mundial e tomarão a predileção pelo seu uso compartilhado. Será a era do Green Car?

O congestionamento nas grandes cidades, a dificuldade em encontrar locais para estacionar, o custo e a burocracia para manter um carro desmotivam a aquisição de um veículo próprio. O impacto será grande – e potencialmente negativo – para os fabricantes de automóveis e para a rede de revendas e manutenção, é o que afirmam as análises de dados.

Não só a poluição, como a questão econômica é um grande relevante. Os automóveis ‘verdinhos’ (elétricos) serão menos propensos a dar problemas mecânicos. Por outro lado, haverá excelentes oportunidades para engenheiros e mecânicos especializados na eficiência energética e baterias elétricas. Assim como para os fornecedores de lítio e cobalto.

Na próxima década, 100% dos veículos estarão conectados a redes móveis – permitindo assistência remota e serviços sob demanda.

Ideias;Tecnologia;Carros;* estimativa Fontes: Banco Mundial, Julius Baer, OICA e ONU (Foto: Reprodução)

Fonte: Época

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Emissão de poluentes e abolição dos carros à combustão?

A emissão de poluentes é uma preocupação do mundo todo ou virou modinha?

Em agosto, a Volvo declarou que por volta de 2019 todos os seus carros seriam elétricos ou híbridos. Logo depois, na terra da rainha, aponta-se que em 2040 todos os carros a combustão serão banidos do Reino Unido.

Essas declarações esquentaram o mercado. Será que o mundo do futuro chegou? Os carros elétricos são a nova revolução? Elon Musk é o cara?

Nos EUA, o mercado mais competitivo da história da indústria automotiva, projeta-se um volume próximo à marca dos 17 milhões de veículos, onde os elétricos/híbridos representam apenas 3% do montante. Dos 17 milhões, 500 mil são carros verdes.

E no Brasil? Como fica a emissão de poluentes, a circulação sustentável e os carros verdinhos?

Um levantamento foi realizado com todas as vendas de carros dessa tipologia na última década.

O Brasil entrou no mercado ‘verde’ em 2007 e fechará o ano de 2017, com participação de carros elétricos/híbridos em 0,14% do total vendido.

O mercado norte-americano é ligeiramente melhor por algumas diferenças. Por exemplo, um Toyota Prius custa por lá US$ 21 mil; e a renda média do trabalhador é US$ 52 mil.

No Brasil, o mesmo automóvel custa R$ 126 mil; e a renda média é de R$ 14,7 mil. Mesmo com a redução de custos e aumento do crédito, a participação chegaria a apenas 3% do mercado e somente na virada do século.

Nos países de primeiro mundo a realidade é diferente. Na Europa, principalmente, há uma preocupação recorrente com a redução da emissão de poluentes. Um carro europeu emite 135g de CO² por km², um brasileiro emite 115g. O Brasil emite menos poluentes devido à utilização do álcool como combustível; a meta europeia é reduzir em 25%.

Se nosso país quisesse planejar a redução na emissão de poluentes, o faria mais rápido e eficaz que a população de primeiro mundo. Uma política sustentável, o biodiesel, inovações… tudo seria mais rápido.

Os elétricos/híbridos no Brasil não serão tendência. A realidade brasileira é bem diferente do povo europeu, cultural ou financeiramente. Há, porém, aqui, uma vantagem absoluta sobre o álcool como combustível e sua produção – que poderia nos levar a patamares diferentes nesta disputa.

 

Fonte: Infomoney

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