Minivan Waymo envolvida em acidente de trânsito

Uma van autônoma operada pela Waymo, subsidiária da Alphabet, se envolveu em um acidente. O carro, especializado nessa tecnologia, foi atingido por um sedan da Honda; este, por sua vez, seguiu em um cruzamento com o sinal vermelho.

De acordo com a polícia norte-americana, a minivan da Waymo operava em modo autônomo durante o acidente. Um operador se encontrava no volante, mas não teria sido o responsável pelo erro. Foram liberadas imagens pela Waymo, gravadas a partir de uma câmera alocada no painel do carro, que permitiram chegar a esta conclusão.

O caso ocorreu em Chandler, no estado do Arizona, mas não gerou vítimas graves. De acordo com a polícia, o motorista da van sofreu ferimentos medianos, mas sem risco de morte. O dono do Honda, responsável pelo ocorrido, foi multado.

O relatório da polícia cita ainda que a baixa velocidade da minivan foi o que contribuiu para que ninguém fosse gravemente ferido. De acordo com as autoridades, o carro estava reduzindo, devido ao sinal vermelho, enquanto o Honda [que o atingiu] estava há mais de 60 km/h.

A análise policial retirou a Waymo de qualquer responsabilidade pelo acidente. Ela foi dada como atingida com dano colateral pela imprudência do motorista do sedan.

A Waymo afirmou em um comunicado que seu ideal é ‘fazer das ruas locais mais seguros, através da tecnologia de direção autônoma’. A companhia desejou melhoras ao motorista. Ela também afirma que se preocupa com os ocupantes de seus veículos e as vidas ao redor.

É o segundo acidente grave que envolvem vítimas em carros autônomos somente em 2018. O caso da Waymo seguiu sem vítimas, mas não se pode dizer o mesmo da Uber. No início de março um de seus carros atropelou fatalmente uma mulher, também no estado do Arizona. O ocorrido motivou a suspensão dos testes e perda de licenças para este trabalho.

 

Fonte: Canal Tech

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Carros poluentes são proibidos nas ZERs de Lisboa

Em julho de 2011, sob ameaça de multa da Comissão Europeia, carros poluentes [extremamente] foram proibidos no centro de Lisboa. Apesar de que, ainda assim, a medida está sem fiscalização.

Nos últimos dois anos ninguém foi multado por incumprir as restrições. A sinalização existe e, teoricamente, está em vigor. Por outro lado, na prática, nada acontece. Todos circulam sem restrições e os próprios moradores afirmaram que a situação ‘é lamentável’, levando sempre ao descrédito do governo por parte de todos.

Fernando Nunes da Silva, ex-vereador responsável pelo início do programa, afirmou que os políticos fazem as coisas para ‘saírem bem na foto’ mas não continuam com o projeto muito tempo depois.

O investigador Francisco Ferreira, colaborador na criação das medidas reconhece o stand by do programa.

Os mais recentes indicadores sobre a qualidade do ar estão em alarme e a saúde pública em risco. As Zonas de Emissões Reduzidas (ZER) foram criadas a fim de estabelecer melhores condições de saúde para a população: a ideia era boa, mas até agora não passou disso.

Ninguém é responsável por controlar a efetiva imposição da medida criada no início da década. Muito menos quanto às restrições associadas a ela. Uma das imposições é a circulação de automóveis construídos antes de 2000. Sabe-se que, após o fulgor inicial, a medida foi caindo progressivamente no esquecimento.

O docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa afirmou que: “a fiscalização é absolutamente crucial, se não, temos regras não têm aplicação. Ela pode ter várias fases. Desejavelmente, deveria ter um sistema automático. Mas o caminho, até lá, não deve desculpar o não se fazer um aperto do controlo e da implementação de novos patamares.”

“Não temos qualquer informação sobre a fiscalização, pois não dispomos de quaisquer dados sobre a acção da polícia. A ideia que temos é que, neste momento, não haverá qualquer fiscalização para os carros poluentes. O que acontece é que a Comissão Europeia analisa sobretudo papel. Ou seja, para os euro-burocratas, se as ZER estão em vigor, isso significará que, em teoria, funcionarão”, diz Carla Graça, da associação ambientalista Zero, da qual também é membro Francisco Ferreira.

 

Fonte: Shifter

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Fiat deixará o mercado italiano

A fim de transformar a Fiat Chrysler Automobiles, o CEO Sergio Marchionne voltará para o início. Surpreendentemente, a Fiat voltará para a Itália – mas não como antes.

Não está entendendo? Vamos com calma.  Marchionne apresentará, no dia primeiro de junho, a ampla transformação na produção na Itália. Inesperadamente, há algum tempo, a empresa informou ao mundo que deixará de fabricar carros de baixo custo, como o Punto e Mito. E foi com a finalidade de investir em modelo de luxo é a fabricante tomou essa medida.

Veja mais em:

A empresa conta com uma fábrica histórica em Turim, bem como outra próxima de Nápoles. De acordo com a Fiat as duas serão reformadas para fabricar os novos Maserati e Jeep, a princípio.  A produção do Panda será transferida para a Polônia, afirmaram.

Em primeiro lugar, as mudanças nas raízes italianas completariam a guinada da companhia fundada em 1899; de tal sorte que cresceu até se tornar um símbolo industrial no país pós-guerra. De fato, o Fiat 500 subcompacto foi um dos mais aclamados pelos consumidores que – finalmente – poderiam adquirir um carro.

Com o intuito de criar novas diretrizes, o projeto estratégico destina-se a transferir a produção de carros premium para a Europa Ocidental. Todo o projeto baseia-se no aumento das vendas de Jeeps pelo mundo e na troca de modelos a diesel para carros elétricos híbridos.

Contudo, Marchionne de 65 anos deixará a posição de CEO em 2019. Ele afirma que não vê futuro na fabricação de carros de baixo custo em países europeus – principalmente com salários altos. Diz ainda que ‘parte do setor automotivo corre sério risco de ser comoditizada.

 

Fonte: Valor
Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Capinhas de celular da Volkswagen

Ainda que, sem sombra de dúvidas, o uso do celular durante a direção possa ser um erro fatal, os smartphones são amplamente integrados ao trânsito. Conforme o aumento da demanda, a Volkswagen viu então a oportunidade da ampliação dos negócios.

A fim de reduzir acidentes no trânsito, em fevereiro desse ano a Suécia baniu o uso dos aparelhos durante a direção. A medida certamente foi drástica, mas igualmente necessária.

Todavia, os índices de acidentes por uso dessa medida de distração não foram minimizados como esperado. Assim sendo, a Volkswagen lançou – com ajuda da sueca Nord DDB – uma série de capinhas de celular.

Inesperadamente, elas não são apenas capinhas. Esse produto é produzido com o metal de veículos danificados durante acidentes de trânsito, motivados justamente pelo uso do celular.

Veja mais em:

A partir de um estudo realizado pela Nord DDB obtivemos diversos resultados sobre acidentes de trânsito. É 23% mais provável que você sofra algum incidente se costuma enviar mensagens ou utilizar o aparelho durante a direção; por exemplo.

Serão 153 capinhas lançadas, ao todo. Esse foi o número exato de acidentes ocorridos na Suécia desde a aprovação da lei no início do ano. A marca afirmou que o produto é discreto, mas age como um lembrete silencioso dos perigos da distração.

Cada uma delas é produzida à mão e de modo quase artesanal e custarão cerca de USD 70. O dinheiro arrecadado será destinado a grupos de reabilitação para vítimas de acidentes.

 

Fonte: Revista AutoEsporte

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Placa padrão Mercosul será obrigatória

Por fim, foi decidido pela Câmara que carros novos ou transferidos deverão conter a placa com padrão Mercosul.

Não apenas, o presidente do Denatran, Maurício Pereira, anunciou na última quinta-feira as afirmações que mudam a regra para a resolução 729 do Contran. Em suma, as novas regras sobre a placa devem ser discutidas pelo Contran no dia dez de maio.

A princípio, o texto da atual resolução obriga que todos os veículos circulantes pelo Brasil mudem suas placas. Essas, deveriam ser atualizadas até 2023 – mas a resolução, que só valeria a partir de setembro, estava suspensa. A suspensão durou pouco porém, menos de 60 dias.

Veja mais em:

Além disso, novos carros 0km vendidos em 2018 já devem contar com o novo emplacamento. Os carros transferidos também deverão conter a nova placa. Segundo Pereira, a antiga terá um valor menor em função à nova.

O Padrão Mercosul unifica as placas do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Ele obrigará que todas contem com fundo branco, margens superiores azuis e padrão de quatro letras e três números. Haverá também itens de segurança, como QR Code e Chip, que permitirão a rastreabilidade dos automóveis.

 

Fonte: Info Money

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.