F1: Sauber traz novidades para 2018

A Sauber levantou diversas novidades neste sábado. A equipe nos anunciou que Charles Leclerc e Marcus Ericsson formarão uma dupla de pilotos titular na próxima temporada da corrida de Fórmula 1.

Não só isso, ela ainda apresentou o carro a ser utilizado no ano de 2018 – muito diferente da versão de 2017.

Aproveitando das anunciações, a Sauber confirmou também a saída de Pascal Wehrlein. O piloto alemão já havia admitido que muito dificilmente seria mantido na equipe em 2018. Ele diz ainda que, neste momento, vê a Williams como sua última oportunidade para manter a categoria na próxima temporada.

Era praticamente certo de que promoveriam Leclerc, já que o piloto monegasco vinha mostrando destaque nas categorias inferiores. Inclusive na Fórmula 2, o piloto foi campeão em 2017. Só restariam as dúvidas sobre o seu parceiro para o ano seguinte.

 

A aposta mais afiada estava em Antonio Giovinazzi, que disputou duas provas pela equipe Sauber este ano – ele seria certamente o escolhido. Porém, a equipe optou pela manutenção de Ericsson em seu cockpit. O italiano foi escolhido, então, como o terceiro piloto da próxima temporada.

Além de anunciar a dupla de piloto, a Sauber também demonstrou seu carro para 2018. O desenho foi bastante alterado e, o azul que predominou em 2017, foi transferido para vermelho e branco.

As novas cores foram implementadas em função da parceria com a Alfa Romeo. Depois de 33 anos de afastamento, a empresa voltará com tudo em 2018, como patrocinadora master da Sauber. A equipe passará a se chamar Alfa Romeo Sauber F1 Team. A montadora italiana também ganhou destaque e espaço no novo desenho do carro da equipe.

 

Fonte: Futebol Interior

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Recall por risco de incêndio assusta

Há duas décadas  o Fiat Tipo virava fumaça. Diversos incêndios encerraram a trajetória do carro que até então era bem visto por seus usuários e revendedores. A fábrica demorou a anunciar o recall por risco de incêndio.

A marca só acertou o defeito, vazamento de fluído da direção hidráulica (líquido altamente inflamável), em um segundo chamado de recall. O caso pode arremeter ao que vem acontecendo com o novo Renault Kwid, sucesso em vendas. A montadora foi sutil ao revelar o defeito. A perfuração do tubo de combustível, porém, é um grande risco para os usuários do veículo.

Um representante da marca afirmou que o problema pode ser causado pelo mau posicionamento do tubo. Algumas unidades do automóvel saíram da fábrica sem braçadeira, peça que evita o contato da mangueira de combustível com uma polia. O contato pode causar atrito e romper o componente.

O recall nesses casos é obrigação da montadora, mas é a banalidade do assunto que vem assustando. Os chamados por incêndio se tornaram ações comuns.

Algumas das marcas que convocaram seus clientes este ano foram BMW, Ford, Honda, Jaguar, Mercedes e várias outras. Os carros foram chamados às oficinas para consertar os defeitos que poderiam gerar o incêndio.

Geralmente as falhas estão na produção, panes, vedação e outros tipos. As descrições das montadoras em seus chamados fazem parecer que os problemas são comuns e rotineiros. Esse tipo de problema definitivamente não é corriqueiro e pode apresentar um perigo gravíssimo aos passageiros e condutor.

O Kwid chamou atenção por envolver um carro recém-lançado e pelo valor não tão baixo. Geralmente, o recall por risco de incêndio é acionado para carros produzidos há mais de dez anos.

 

A discurso é padrão nas montadoras: preferem chamar milhares de carros, ainda que apenas um pequeno circo apresente o risco real. Além disso, há o pavor de novas ameaças como o Fiat Tipo surgiu – destruindo negócios e muitas vidas.

No final, o que nenhuma empresa quer é explicar o porquê de falhas tão tolas ocorrerem com tanta frequência na era dos tempos modernos. A mobilidade se transformou nos últimos anos e a tecnologia autônoma, por exemplo, vem criando expectativa em milhares de adeptos. Valeria investir em um carro robotizado que pega fogo na esquina?

 

Fonte: Folha de São Paulo

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Produção veloz da Tesla afeta qualidade de carros

Assim que os sedãs Model S e SUVs Model X saíram da linha de montagem da empresa em Fremont, Califórnia, foi a vez dos veículos elétricos fazerem outra parada: a de reparos. Estaria a produção veloz da empresa afetando na qualidade de seus veículo produzidos?

Carros de luxo geralmente exigem uma série de reparos antes mesmo de sair da fábrica, afirmaram alguns funcionários. A verificação de qualidade tem revelado defeitos em mais de 90% dos veículos Model S e Model X. As fontes citam ainda dados do sistema interno de acompanhamento da Tesla de Outubro. Funcionários informaram à Reuters que veem problemas desde, pelo menos, 2012.

A empresa afirmou que seu processo de qualidade, porém, é normalmente rigoroso; projetado para corrigir as menores imperfeições. Nenhum representante informou a taxa oficial de defeitos, a produção veloz de seus veículos ou comentou o citado pelos colaboradores.

Grandes e eficientes montadoras, como Toyota, têm taxas de reparo pós-montagem menor a 10%. A qualidade na montagem é essencial para a vida útil do automóvel, além do gasto com tempo e dinheiro em reparos.

A montadora afirmou que seus defeitos são pequenos e resolvidos em minutos. A Tesla atraiu consumidores com design elegante, tecnologia limpa e aceleração. 91% dos consumidores compraria um carro da empresa novamente.

Especialistas do setor afirmaram que a sobrevivência da marca depende agora da sua habilidade de produção de grandes volumes. Conforme começa a produzir o seu primeiro automóvel às massas, por exemplo. O Model 3 tem preço inicial de US$ 35,000.

A Tesla nunca teve lucros anuais e gasta cerca de US$ 1 bi por trimestre. Esse valor é insustentável sem a injeção de novos capitais ou grande aumento nas vendas para clientes convencionais.

Nunca duvidamos da habilidade da Tesla em fazer produtos interessantes com especificiações de qualidade, mas há uma diferença entre revelar algo e então produzi-lo perfeitamente em grande volume. A Tesla não aprimorou o último item ainda”, afirma o analista do Morningstar David Whiston de novembro.

 

Fonte: Exame

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Interrupção das vendas de veículos brasileiros em recall

Muitos veículos brasileiros estão listados em recall e alguns continuam circulando de forma irregular (Veja mais em: Airbags mortíferos causam o maior recall da história). Dessa forma, alguns fabricantes foram obrigados a desativá-los até que a regularização da entrega do novo componente.

As chamadas têm motivos diversos, onde muitas colocam em risco a vida dos passageiros. Para resguardá-los, o deputado federal Alexandre Valle propôs a interrupção da venda de veículos com recall anunciado. Esta proposta foi realizada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.

“Precisamos parar imediatamente a comercialização de todos os veículos que entram em recall. As seguradoras não podem fazer o seguro, não podem transferir o veículo, não podem vender. Não adianta achar que vai mandar cartinha e vai resolver o problema. Não vai, pessoas estão morrendo por falhas mecânicas”, afirmou Valle.

A fiscalização do poder público deve ser mais assertiva para evitar a comercialização de tais veículos. É o caso dos airbags da Takata, que foram desligados por falta de peças de reposição.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor, o cuidado com o recall não é tão importante assim no Brasil. Autoridades norte-americanas, por exemplo, analisam até mesmo carros antigos – devido a sua exposição à elementos naturais e idade.

O Ministério Público abriu processo contra as montadoras que demorarem a convocar os veículos brasileiros à recall. Além do comunicado no documento do veículo, o Ministério pretende obrigar o Denatran a fornecer o endereço dos proprietários às montadoras.

De acordo com Carolina, em dez anos o número de recall aumentou 200% em nosso país. A comunicação do problema, hoje em dia, é feita majoritariamente por meios de comunicação ou rede social.

As montadoras afirmam que o carro é um produto complexo de 5 mil parte, que pode ter defeitos. O governo disponibilizou uma lista de todos os modelos em recall pelo país, para que o consumidor se cadastre a receba avisos de novas chamadas por e-mail. Para acessar o portal, clique aqui.

 

Fonte: Notícias Automotivas

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Descarte das baterias de carros elétricos

Os carros elétricos compõem uma realidade cada vez mais próxima do mercado. Com isso as empresas agora têm de se preparar para os resultados e descartes dessa brincadeira. Quanto à questão ambiental: qual o descarte das baterias de lítio-íon quando se esgotarem?

Os milhões de baterias usadas em todo tipo de produto, como smartphones, já consomem muitos recursos. Aproximadamente dois bilhões de dólares em metais e minerais, somente em 2015.

O descarte das baterias termina em depósitos de lixo ou acumulando nas casas – mas sem uso. As baterias utilizadas nos veículos elétricos são muito maiores e duram entre oito e dez anos. Elas somarão 90% do mercado das baterias de lítio-íon em 2025. A demanda por lítio quadruplicará, assim como a de cobalto aumentará duas vezes mais – as principais matérias-primas.

Embora a reciclagem desses materiais de pequeno porte não seja uma prática comum, espera-se que o cenário mude com a circulação dos carros. As empresas esperam, também, poder lucrar com isso.

Uma das principais dificuldades é padronizar o processo de reciclagem. A bateria dos carros, por exemplo, tem diversos químicos incorporados, assim como cada bateria emprega seu próprio composto.

“Cada um emprega uma formulação própria.As baterias chumbo-ácidas são muito mais simples”, afirmou Linda Gaines, analista do governo americano.

A OnTo Technology que contornar o problema: utilizar baterias expiradas na produção de eletrodos utilizados em baterias novas. Ao invés de decompor o material, extrair seus componentes e reaproveitá-lo.

“Em 2025, esse certamente será um setor robusto. Daqui até 2020, vamos aprender sobre como colocar isso em prática“, disse Steve Sloop, fundador da empresa.

Elon Musk, o deus do mercado, afirmou que a Gigafactory, unidade de produção das baterias Tesla seria acionada por energia limpa. Incluindo o processo de reciclagem e aproveitamento. China e União Europeia também adotaram regras para que os fabricantes sejam responsáveis pelo descarte dos seus produtos.

 

Fonte: Folha

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.