Novos carros do Mundial de F1 geram ânimo

Houve um período na temporada 2017, Mundial de F1, que a Williams tinha Felipe Massa puxando um bonde inteiro. Ele contava com Lance Stroll, quase sem entrar na zona de pontuação.

O tempo passou e o companheiro estava apenas um tento atrás na classificação. Massa foi ao Japão, onde subiu duas vezes ao pódio animado para testar seu carro de 2017 por lá.  Já na semana da corrida, Massa decidiu curtir o ambiente e esquecer o duelo interno.

As pistas que guardam as curvas mais rápidas, como  Suzuka, são esperadas o ano todo devido a nova geração de carros da F1. Os pilotos afirmam que é muito divertido guiar por lá.

Suzuka é definitivamente uma das melhores pistas e onde eu amo correr. Creio que o carro que temos neste ano [na F1] fará ser incrível a corrida aqui, por conta do alto downforce e das curvas de alta velocidade, então estou realmente ansioso para o GP do Japão.

Stroll, companheiro de massa que pode terminar o final de semana na frente, não conhece a Suzuka. Depois de assistir na televisão e acompanhar notícias da F1, o novato está ansioso para correr. E comer, quando estiver disponível, ele diz.

Ouvi muitas coisas ótimas sobre essa pista. Todos os pilotos parecem adorar e me disseram que a torcida é ótima aqui também. Estou especialmente ansioso para correr em Suzuka e passar um tempo na Ásia. A pista teve algumas corridas clássicas e espero que tenha novamente neste ano. Sou um grande fã da comida“, falou Stroll.

Após o retorno do Mundial de F1 das férias, Stroll marcou 14 pontos. 04 pontos sobre Massa, que marcou apenas 10.

A Williams soma 65 pontos no campeonato de Construtores e vê a Renault se aproximando, com 52 pontos. O GP do Japão acontecerá no próximo dia 08 de outubro e o Grande Prêmio acompanha todas as atividades.

Fonte: Grande Prêmio, UOL.

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Jogo Forza 7 conta com carros do Velozes e Furiosos

O tão esperado jogo Forza 7 Motorsport, finalmente está perto de nós! Em 03 de outubro a franquia exclusiva de Xbox One e Windows 10 estará em circulação. As principais novidades estão acerca dos carros de Velozes e Furiosos. É um dos lançamentos mais esperados do ano!

O público está ansioso para poder testá-lo. Ele foi disponibilizado em três versões diferentes: Ultimate, Deluxe e Standard e quem comprá-lo para Xbox One X vai poder aproveitar a possibilidade de jogá-lo com a resolução 4K.

Os jogadores foram a loucura com a novidade de poder utilizar os carros da franquia Fast and Furious. Logo, por esse mesmo motivo, o pacote mais empolgante já ofertado pela Microsoft foi o Fate of the Furious, que traz dez carros diferentes do filme. Nele, você pode encontrar modelos incríveis como o Dodge Charger 1968, o carro favorito de Dominic Toretto.

Não só o Charger está nessa lista de peso, como outro Dodge bacana que é o Demon 2018. Serão 840 cv de potência aliados a burnouts para que o Demon possa demonstrar todo o seu poder em circulação pelas pistas.

Você também poderá encontrar no pacote do Fate of the Furious carros como o Corvette da Chevrolet de 1966, o Jaguar F-Type R Coupe 2015 e a Mercedes-AMG FT S 2015. A experiência e a jogabilidade prometem ser fora do comum.

Todo o pacote será disponibilizado já a partir do lançamento do jogo Forza 7, para aqueles que garantiram versões Ultimate ou Deluxe. Já para aqueles que optaram pela versão Standard do jogo, o pacote estará disponível por aproximadamente US$10 (mais ou menos RS 31).

Essa é a sétima edição do jogo, desenvolvido pela Turn 10. O principal concorrente é o Gran Turismo, que foi desenvolvido especialmente para a plataforma do PlayStation. Esta franquia também conta com data de lançamento de seus novos jogos para outubro.

 

Fonte: Quatro Rodas, UOL.

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Carros antigos com valorização acima dos 130%

Os colecionadores de carros antigos que escondam o seu precioso tesouro! Um estudo realizado pela FGV SP demonstrou que esses veículos obtiveram retorno financeiro superior à taxa de juros Selic. Não só, como também ultrapassaram a taxa CDI ao longo do tempo.

De 24 modelos analisados entre 2005 a 2006 e 2015 a 2016, a Kombi Corujinha foi a mais valorizada: +135%. Mais de 100% de valorização para carros antigos, em apenas dez anos.

Até mesmo os cinco veículos com menor valorização obtiveram taxas superiores à inflação brasileira.

Dodge Charger (1973 a 1975)

Diferente dos modelos modernos e robustos, com rápida desvalorização, o modelo antigo se mantém. Dificilmente seu valor será reduzido com os anos, assim como o Dodge que valorizou 125,9% desde então.

Diferentemente dos modelos modernos, que perdem valor com o tempo, como ocorre com os bens de consumo em geral, o modelo antigo dificilmente tem seu valor reduzido com o passar dos anos, afirmou Luis Henrique Rigato. Ele é professor e coordenador do curso Master in Business and Management da FGV EAESP e um dos autores da pesquisa.

Os cinco modelos mais valorizados com o tempo foram:

  1. Kombi Corujinha – 1968 a 1975: 135,%;
  2. Dodge Charger – 1973 a 1975: 125,9%;
  3. Dodge Dart (02 portas) – 1970 a 1973: 117,7%;
  4. Camaro Coupê – 1967 a 1969: 116%;
  5. Maverick GV V8 – 1973 a 1976: 75,5%.

Enquanto isso, os que obtiveram a menor valorizaram foram:

  1. Mustang Hard Top – 1966 a 1968: -32,5%;
  2. Mercedes SL – 1973 a 1975: -27,8%;
  3. Rural Willys – 1968 a 1970: -13,1%;
  4. Porsche Envemo Super 90 – 1980 a 1982: -5%;
  5. Camaro conversível – 1967 a 1969: 2,4%.

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Esperava-se que os modelos mais desejados seriam os que mais se valorizavam, o que não ocorreu, comentou o autor do estudo, Prof. Arthur Ridolfo Neto.

Esses dados foram levantados através de questionários respondidos por 103 colecionadores. Também foram analisados por mais de 06 mil anúncios de classificados de vendas de carros antigos. Todos os dados se enquadram nas especificações da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA):

  • Fabricação superior há 30 anos;
  • Características originais de fabricação e Certificado de Originalidade reconhecido pelo Danatran.

E em termos comparativos, as taxas utilizadas foram as da caderneta de poupança, CDO, IGP-M e Selic durante a última década.

 

Fonte: O Globo

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BMW prepara produção em massa de carros elétricos

A empresa querida por muitos, BMW, está em processo de preparação para dar início ao que chamam de produção em massa. Serão produzidos cerca de 12 modelos diferentes – e elétricos! – até o ano de 2025, anunciou a alemã.

Essa decisão veio para colocá-la mais próxima da corrida dos fabricantes tradicionais e recuperar o atraso. Tudo indica que seu principal alvo é a Tesla, pioneira na produção dos carros elétricos nos Estados Unidos.

Muitos compradores já declararam que procuravam evitar os veículos elétricos por causa do alto valor agregado e autonomia limitada. Isso até o momento em que a Tesla revelou o Modelo S, em 2012. Esse automóvel quebrou as barreiras dos 322km, com apenas uma carga.

E desde dado momento, os avanços na tecnologia e aprimoramento de baterias só vem crescendo. Isso, aliado à repressão global quanto à poluição e escândalos da emissão de poluentes de carros a diesel (Veja mais em: Adulteração de motores da Daimler).

Todo esse conjunto contribuiu para que aumentasse a pressão sobre os fabricantes de veículos. Isso influenciou na aceleração do processo de desenvolvimento de alternativas mais baixas (ou zeradas) de emissão de poluentes.

A BMW, que lançou o i3 há quatro anos, afirmou que está preparando suas fábricas. Ela entrará na maior produção de carros elétricos que já se pôde ver, até o ano de 2020. Tudo afirma que a demanda de veículos à bateria só tende a decolar.

Até 2025, vamos oferecer 25 veículos eletrificados –12 serão totalmente elétricos, disse o presidente-executivo Harald Krueger a jornalistas em Munique. Ele acrescentou ainda que seus carros terão autonomia de até 700km.

Este é o marco da incursão em eletrificação da montadora. A BMW conta com marcas como a Mini e Rolls-Royce e vendeu 2,34 milhões de veículos no ano anterior. Os anúncios de mudanças foram declarados no dia em que seu rival, Jaguar, anunciou que ofereceria variantes elétricas de todos os seus modelos em até três anos.

 

Fonte: Folha

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Como será o carro em 2030?

No momento, é a tal da classe média chinesa que vem garantindo o mercado global de automóveis. O carro em 2030, atingirá o pico das vendas chinesas. A partir de então, a totalidade das pessoas que terão carro próprio sofrerá o maior decline já visto e passará a ser estendida e negociada como serviço.

Será uma grande, se não a maior, revolução na indústria automobilística – gerando impactos em toda a cadeia. Desde a distribuição de matérias à produção efetiva, todos serão afetados. Os estudos são provenientes do banco suíço Julius Baer sobre mobilidade.

O banco, com presenças em mais de vinte países, tem a Suíça e a Ásia como mercados principais – com sede localizada em Zurique. Ele analisou alguns dados sobre a situação do setor automotivo, principais tecnologias, e – principalmente – os novos hábitos de consumo.

A sociedade moderno o fez concluir que, ainda no cenário com maior influência conservadora, haverá grandes migrações para modelos autônomos e menos poluentes. Veículos elétricos ou híbridos serão a febre mundial e tomarão a predileção pelo seu uso compartilhado. Será a era do Green Car?

O congestionamento nas grandes cidades, a dificuldade em encontrar locais para estacionar, o custo e a burocracia para manter um carro desmotivam a aquisição de um veículo próprio. O impacto será grande – e potencialmente negativo – para os fabricantes de automóveis e para a rede de revendas e manutenção, é o que afirmam as análises de dados.

Não só a poluição, como a questão econômica é um grande relevante. Os automóveis ‘verdinhos’ (elétricos) serão menos propensos a dar problemas mecânicos. Por outro lado, haverá excelentes oportunidades para engenheiros e mecânicos especializados na eficiência energética e baterias elétricas. Assim como para os fornecedores de lítio e cobalto.

Na próxima década, 100% dos veículos estarão conectados a redes móveis – permitindo assistência remota e serviços sob demanda.

Ideias;Tecnologia;Carros;* estimativa Fontes: Banco Mundial, Julius Baer, OICA e ONU (Foto: Reprodução)

Fonte: Época

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