Cristiano Ronaldo e seus dez carros de luxo

Craque é craque, não é não? O grande ídolo Cristiano Ronaldo, jogador do Real Madrid, não coleciona somente títulos e prêmios individuais. O cara também conta com uma larga frota de carros de luxo, que costuma exibir com frequência pelas redes sociais.

O site Auto Fácil realizou diversas análises e revelou o valor do montante investido em seus dez possantes. Ao todo, os brinquedos chegam a custar quase seis milhões de euros, atingindo a marca de 24 milhões de reais convertidos. As robustas máquinas estão guardados na mansão de Cristiano Ronaldo em La Finca, no bairro Pozuelo de Alarcón, em Madri.

Para ser mais exato, os carros do camisa 7 custam ao todo € 5,778 milhões. Isso pode chegar a custar R$ 23,2 milhões convertidos. Isso, sem levar em consideração todos os apetrechos extras incluído pelo craque em cada um de seus carros. E fora os valores de manutenção.

A última aquisição do atacante foi nada menos que um Bugatti Chiron em prata. O valor dessa belezinha foi avaliado em € 2,5 milhões – mais ou menos dez milhões de reais.

Abaixo, você encontra uma lista com toda a coleção de carros de Cristiano Ronaldo e os valores aproximados.

Range Rover Sport SVR (148.500 euros)

Rolls-Royce Ghost (289.184 euros)

Maserati GranCabrio (154.386 euros)

Mercedes S65 AMG Coupé (244.000 euros)

Porsche 911 Turbo S (232.995 euros)

Ferrari 599 GTO (600.000 euros

McLaren MP4-12C (232.800 euros)

Lamborghini Aventador (357.100 euros)

Bugatti Veyron Super Sport (2.500.000 euros)

Ferrari LaFerrari (1.300.000 euros).

 

Fonte: Extra [Globo]

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Carro de Putin será comercializado internacionalmente

O querido Cortege, um sedã camuflado que recebeu esse nome, que logo substituirá os atuais 11 Mercedes-Benz do intrincado presidente russo, logo será vendido para compradores de todo lugar do mundo. O carro de Putin será comercializado internacionalmente a partir de 2019, sem datas definidas.

Esse veículo foi pensado e criado com base em modelos como o Mercedes-Benz Classe S e a BMW Série 7. Conta com motores V12 e o valor de venda no mercado ainda não foi estipulado ou confirmado. Não se sabe ainda qual o modelo do carro, propriamente dito.

Ainda assim, o ministro da Indústria e Comércio da Rússia, Denis Manturov, declarou que quando o carro for lançado, enfrentará forte concorrência. Principalmente de modelos fabricados pela Rolls-Royce e Bentley, no mercado exterior. A concorrência é grande inimiga e nem a fama do carro de Putin poderá salvar os negócios para o automóvel.

 O Sudeste Asiático e o Oriente Médio, em primeiro lugar, os Emirados Árabes Unidos, e especialmente a China, foram escolhidos como mercados alvo.” afirmou à Forbes a Sollers; uma empresa russa que será responsável pela distribuição dos carros.

 

Fonte: G1

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Audi A5 vence em em primeiro lugar no Prêmio UOL Carros

Lançado por aqui no meio de 2017, o Audi A5 foi eleito o vencedor da categoria Melhor Tecnologia/Inovação no Prêmio UOL Carros 2017. O modelo foi eleito o melhor entre os finalistas pela função Traffic Jam Assist.

Essa função permite que o veículo identifique outros carros, obstáculos e variações de movimento nas vias. Também auxilia o motorista na direção e congestionamentos.

O Volvo XC60 conquistou o 2º lugar, pelo Pilot Assist 2.0; e o Renault Kwid o 3º, pelos quatro airbags de série e ação de venda. O que auxiliou o Kwid foi, principalmente, a facilitação da compra; podendo dividir a entrada em até 3x no cartão de crédito.

A Range Rover Velar e o Volkswagen Polo também eram finalistas na categoria. A Vela com a interface InControl Blade e o Polo com o painel Active Info Display.

O charme e o poderio do Audi A5

O A5 foi um dos destaques apresentados pela marca no ano passado. A geração desse veículo chegou mostrando o máximo de tecnologia que a marca pode oferecer no momento. Ele supera até mesmo recursos do A8.

O trunfo todo está na tecnologia. O carro tem recursos que levariam anos de homologação para serem utilizados no Brasil. O assistente de congestionamento é a ferramenta mais instigante deles.

Na prática, ele pode seguir em modo semiautônomo os carros à frente, com ajuda dos sensores e câmeras. Isso, porém, dura apenas 30 segundos por turno, precisando religar o sistema.

O objetivo é fisgar executivos com atração por esportivos, que não querem ostentar um modelo chamativo ou masculino demais. O estilo e tecnologia ajudam na função, contando com rodas de 18″, soleiras de porta e apliques em metal, painéis digitais, projeção de informações no para-brisa, integração com smartphones. Esses são somente alguns dos pontos fortes da máquina.

Além disso, o A5 é bicudo, baixinho e chama atenção por sua grande grade frontal e desenho com luzes de LED. De tão refinado, nem parece contar com a sobriedade alemã vista e lembra marcas britânicas como Jaguar e Aston Martin.

Apesar da proposta esportiva, o Audi A5 ainda é racional, contando com um motor 2.0 turbo. Isso se acopla a um câmbio automático de dupla embreagem e sete marchas. Ainda assim, o grandão arranca forte e emite roncos grosseiros do escape.

 

Fonte: Carros Uol

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A Cash Auto vende seu carro em apenas 50 minutos

Uma startup de Londrina promete vender o automóvel dos seus clientes em até cinquenta minutos. A Cash Auto se lançou com a proposta de ser a mediadora entre revendas de veículos e clientes interessados.

O processo que antes era muito complexo, se tornou muito mais simples. A proposta deu certo e a promessa de vendas rápidas se tornou a marca dos criadores.

Antes de rolar o tempo, é preciso, porém, que o cliente cumpra uma lista prévia de obrigações. Ycaro Martins é fundador e CEO da empresa e explicou como funciona o processo.

 “Quem pretende vender o carro pode fazer o cadastro inicial no site. Nossa equipe entra em contato com a pessoa e faz uma avaliação prévia do veículo por fotos e outros detalhamentos.”

Se o carro estiver dentro dos parâmetros, o dono poderá levá-lo até uma das lojas Cash Auto para iniciar a perícia. Se o automóvel não estiver em Londrina – um problema para, principalmente para curitibanos, que será resolvido com a abertura da filial – pede-se que a perícia seja realizada em empresa especializada ou loja parceira.

“Essa verificação das condições do carro é fundamental para os revendedores manterem a confiança no nosso negócio”, declara o CEO.

Depois do processo, o automóvel passa a ser exibido em uma listagem disponível para diversas revendedoras por meio de aplicativo. É a partir daí que os ‘cinquenta minutos’ começam a contar.

Ao todo, segundo Alison Vilas Boas, sócio, são mais de mil lojistas cadastrados. Ele afirma que dificilmente não haverá ninguém interessado. O valor de compra tem diferença médica de 20% em relação à Tabela Fipe.

A empresa não negocia a venda com o cliente final pois isso é feito diretamente com a revendedora. Os pagamentos passam pela Cash Auto, para que possa garantir a compra mesmo se houver desistência do lojista.

Maruan Caldarelli é revendedor de automóveis e afirma ter negociado aproximadamente 40 automóveis pela plataforma. “O que chama atenção é a facilidade de fazer negócio. Depois da burocracia é só fechar negócio e ir buscar o carro”, diz ele.

 

Fonte: Tribuna do Paraná

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Honda Civic e o dilema do preço do carro no Brasil

O sucesso do HR-V e WR-V esconde situações pouco confortáveis que a marca enfrenta com o Honda Civic. “Quem gosta, não pode pagar”, afirmou o presidente Issao Mizoguchi sobre a nova geração do esportivo.

A geração 10, lançada por aqui há dois anos, teve um design distinto do ‘carro tiozão’, como se referem aos sedãs. A cara esportiva pretendia atrair mais jovens, o que virou um problema no mercado nacional. Por aqui, sedãs médios custam pelo menos R$ 100 mil.

Ainda que muito atraídos, ‘não são os jovens de 20 ou 25 anos que poderão pagar por um Civic’, declarou o presidente da marca. Os preços estão entre 80 e 125 mil reais, com média de 2 mil emplacamentos mensais em 2017. A média por mês do líder Corolla foi de 5,5 mil.

“Nosso carro está caro. Eu concordo que está caro. Porque, só de tributos, já paga quase 50%, né?”

Quando respondeu perguntas dos internautas sobre o valor do carro no Brasil, tornou a falar de impostos.

“Nós pagamos muito imposto no consumo. E isso torna muito caro produto. Se um chocolate custa 100 ienes no Japão e no Brasil, na hora de vender, lá sai por 108 ienes; aqui, por 140, 150. Não espere que vai reduzir 30% o preço dos produtos, ou do próprio Honda Civic. Até porque 40%, 45% é imposto. Então, não é a indústria que tá cobrando.”

Mizoguchi também foi claro ao falar sobre a crise no segmento. “Acredito que tenha duas crises aí no meio, a de carros e a de motos”, já que a Honda é a única entre as maiores marcas que vende os dois produtos no país.

Nas motos, responsável por 80% do mercado, viu a crise se mais rigorosa. Na fábrica de Manaus encontram-se 5 mil funcionários, metade do que havia no ‘auge’. A marca afirma que só abrirá uma nova empresa quando o Brasil voltar a emplacar 3 milhões de veículos ao ano. Em 2017 foram somados 2,2 milhões.

Em expectativas para o ano, ele afirma que o segmento de automóveis no país é muito bom e conta com diversas alternativas. O álcool não é só um combustível, mas gerador de riquezas no país. Não há porque imitar os Estados Unidos e Europa.

Quando questionado sobre a chegada do carro autônomo no Brasil, o executivo disse que sim, ele chegará. Porém, apontou o principal desafio da tecnologia: a infraestrutura necessária para que ela seja aplicada por aqui. Para que ‘leia’ o trânsito. As estradas e ruas, por exemplo, são um indicativo de como andam as estruturas das vias nacionais.

Fonte: G1

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