Interrupção das vendas de veículos brasileiros em recall

Muitos veículos brasileiros estão listados em recall e alguns continuam circulando de forma irregular (Veja mais em: Airbags mortíferos causam o maior recall da história). Dessa forma, alguns fabricantes foram obrigados a desativá-los até que a regularização da entrega do novo componente.

As chamadas têm motivos diversos, onde muitas colocam em risco a vida dos passageiros. Para resguardá-los, o deputado federal Alexandre Valle propôs a interrupção da venda de veículos com recall anunciado. Esta proposta foi realizada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.

“Precisamos parar imediatamente a comercialização de todos os veículos que entram em recall. As seguradoras não podem fazer o seguro, não podem transferir o veículo, não podem vender. Não adianta achar que vai mandar cartinha e vai resolver o problema. Não vai, pessoas estão morrendo por falhas mecânicas”, afirmou Valle.

A fiscalização do poder público deve ser mais assertiva para evitar a comercialização de tais veículos. É o caso dos airbags da Takata, que foram desligados por falta de peças de reposição.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor, o cuidado com o recall não é tão importante assim no Brasil. Autoridades norte-americanas, por exemplo, analisam até mesmo carros antigos – devido a sua exposição à elementos naturais e idade.

O Ministério Público abriu processo contra as montadoras que demorarem a convocar os veículos brasileiros à recall. Além do comunicado no documento do veículo, o Ministério pretende obrigar o Denatran a fornecer o endereço dos proprietários às montadoras.

De acordo com Carolina, em dez anos o número de recall aumentou 200% em nosso país. A comunicação do problema, hoje em dia, é feita majoritariamente por meios de comunicação ou rede social.

As montadoras afirmam que o carro é um produto complexo de 5 mil parte, que pode ter defeitos. O governo disponibilizou uma lista de todos os modelos em recall pelo país, para que o consumidor se cadastre a receba avisos de novas chamadas por e-mail. Para acessar o portal, clique aqui.

 

Fonte: Notícias Automotivas

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Jogo Forza 7 conta com carros do Velozes e Furiosos

O tão esperado jogo Forza 7 Motorsport, finalmente está perto de nós! Em 03 de outubro a franquia exclusiva de Xbox One e Windows 10 estará em circulação. As principais novidades estão acerca dos carros de Velozes e Furiosos. É um dos lançamentos mais esperados do ano!

O público está ansioso para poder testá-lo. Ele foi disponibilizado em três versões diferentes: Ultimate, Deluxe e Standard e quem comprá-lo para Xbox One X vai poder aproveitar a possibilidade de jogá-lo com a resolução 4K.

Os jogadores foram a loucura com a novidade de poder utilizar os carros da franquia Fast and Furious. Logo, por esse mesmo motivo, o pacote mais empolgante já ofertado pela Microsoft foi o Fate of the Furious, que traz dez carros diferentes do filme. Nele, você pode encontrar modelos incríveis como o Dodge Charger 1968, o carro favorito de Dominic Toretto.

Não só o Charger está nessa lista de peso, como outro Dodge bacana que é o Demon 2018. Serão 840 cv de potência aliados a burnouts para que o Demon possa demonstrar todo o seu poder em circulação pelas pistas.

Você também poderá encontrar no pacote do Fate of the Furious carros como o Corvette da Chevrolet de 1966, o Jaguar F-Type R Coupe 2015 e a Mercedes-AMG FT S 2015. A experiência e a jogabilidade prometem ser fora do comum.

Todo o pacote será disponibilizado já a partir do lançamento do jogo Forza 7, para aqueles que garantiram versões Ultimate ou Deluxe. Já para aqueles que optaram pela versão Standard do jogo, o pacote estará disponível por aproximadamente US$10 (mais ou menos RS 31).

Essa é a sétima edição do jogo, desenvolvido pela Turn 10. O principal concorrente é o Gran Turismo, que foi desenvolvido especialmente para a plataforma do PlayStation. Esta franquia também conta com data de lançamento de seus novos jogos para outubro.

 

Fonte: Quatro Rodas, UOL.

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Descarte das baterias de carros elétricos

Os carros elétricos compõem uma realidade cada vez mais próxima do mercado. Com isso as empresas agora têm de se preparar para os resultados e descartes dessa brincadeira. Quanto à questão ambiental: qual o descarte das baterias de lítio-íon quando se esgotarem?

Os milhões de baterias usadas em todo tipo de produto, como smartphones, já consomem muitos recursos. Aproximadamente dois bilhões de dólares em metais e minerais, somente em 2015.

O descarte das baterias termina em depósitos de lixo ou acumulando nas casas – mas sem uso. As baterias utilizadas nos veículos elétricos são muito maiores e duram entre oito e dez anos. Elas somarão 90% do mercado das baterias de lítio-íon em 2025. A demanda por lítio quadruplicará, assim como a de cobalto aumentará duas vezes mais – as principais matérias-primas.

Embora a reciclagem desses materiais de pequeno porte não seja uma prática comum, espera-se que o cenário mude com a circulação dos carros. As empresas esperam, também, poder lucrar com isso.

Uma das principais dificuldades é padronizar o processo de reciclagem. A bateria dos carros, por exemplo, tem diversos químicos incorporados, assim como cada bateria emprega seu próprio composto.

“Cada um emprega uma formulação própria.As baterias chumbo-ácidas são muito mais simples”, afirmou Linda Gaines, analista do governo americano.

A OnTo Technology que contornar o problema: utilizar baterias expiradas na produção de eletrodos utilizados em baterias novas. Ao invés de decompor o material, extrair seus componentes e reaproveitá-lo.

“Em 2025, esse certamente será um setor robusto. Daqui até 2020, vamos aprender sobre como colocar isso em prática“, disse Steve Sloop, fundador da empresa.

Elon Musk, o deus do mercado, afirmou que a Gigafactory, unidade de produção das baterias Tesla seria acionada por energia limpa. Incluindo o processo de reciclagem e aproveitamento. China e União Europeia também adotaram regras para que os fabricantes sejam responsáveis pelo descarte dos seus produtos.

 

Fonte: Folha

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BMW prepara produção em massa de carros elétricos

A empresa querida por muitos, BMW, está em processo de preparação para dar início ao que chamam de produção em massa. Serão produzidos cerca de 12 modelos diferentes – e elétricos! – até o ano de 2025, anunciou a alemã.

Essa decisão veio para colocá-la mais próxima da corrida dos fabricantes tradicionais e recuperar o atraso. Tudo indica que seu principal alvo é a Tesla, pioneira na produção dos carros elétricos nos Estados Unidos.

Muitos compradores já declararam que procuravam evitar os veículos elétricos por causa do alto valor agregado e autonomia limitada. Isso até o momento em que a Tesla revelou o Modelo S, em 2012. Esse automóvel quebrou as barreiras dos 322km, com apenas uma carga.

E desde dado momento, os avanços na tecnologia e aprimoramento de baterias só vem crescendo. Isso, aliado à repressão global quanto à poluição e escândalos da emissão de poluentes de carros a diesel (Veja mais em: Adulteração de motores da Daimler).

Todo esse conjunto contribuiu para que aumentasse a pressão sobre os fabricantes de veículos. Isso influenciou na aceleração do processo de desenvolvimento de alternativas mais baixas (ou zeradas) de emissão de poluentes.

A BMW, que lançou o i3 há quatro anos, afirmou que está preparando suas fábricas. Ela entrará na maior produção de carros elétricos que já se pôde ver, até o ano de 2020. Tudo afirma que a demanda de veículos à bateria só tende a decolar.

Até 2025, vamos oferecer 25 veículos eletrificados –12 serão totalmente elétricos, disse o presidente-executivo Harald Krueger a jornalistas em Munique. Ele acrescentou ainda que seus carros terão autonomia de até 700km.

Este é o marco da incursão em eletrificação da montadora. A BMW conta com marcas como a Mini e Rolls-Royce e vendeu 2,34 milhões de veículos no ano anterior. Os anúncios de mudanças foram declarados no dia em que seu rival, Jaguar, anunciou que ofereceria variantes elétricas de todos os seus modelos em até três anos.

 

Fonte: Folha

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Uber quer freará o uso de carros a diesel em Londres

A Uber vai deixar de usar seus carros a diesel em Londres até, ao menos, o final de 2019. A maior parte das corridas acontecerá sob veículos elétricos ou híbridos, até então. A última nota foi divulgada pelo aplicativo há pouco tempo.

Até o momento, a empresa afirmou que metade das corridas ativas na capital britânica são mais ecológicas no UberX. Esse é o serviço padrão com o menor custo oferecido. A empresa conta com aproximados 40 mil motoristas em Londres. Ela planeja oferecer somente modelos elétricos ou híbridos no seu serviço mais barato até a virada da década. O mesmo será feito até 2022, em todo o país.

Muitos fabricantes e montadoras anunciaram planos para eletrificação da maior parte de seus veículos. A Volvo, por exemplo, foi a primeira grande montadora a estabelecer datas para a eliminação progressiva dos veículos à combustão.  (Veja mais em: Emissão de poluentes e abolição dos carros à combustão?)

A Grã-Bretanha tenderá a proibir a venda de novos carros à gasolina ou diesel a partir de 2040. Dessa forma, reforça e reproduz os planos franceses e de cidades como Madrid, Cidade do México e Atenas.

A poluição do ar é um problema crescente e estamos decididos a desempenhar nosso papel para enfrentá-lo com este plano ousado. Os londrinos já sabem que muitos carros em nosso aplicativo são híbridos, mas queremos ir muito mais longe e ter todos elétricos na capital, afirma o chefe das cidades do Reino Unido da Uber, Fred Jones.

A empresa afirmou também que auxiliará os seus motoristas que queiram mudar para carros mais ecológicos ao invés de carros a diesel. O fundo liberado será de 150 milhões de libras (R$ 197 milhões). Serão mais 5 mil libras por troca de veículos.

Ela construirá o fundo no próximo mês, com investimento de 2 milhões de libras.

 

Fonte: Terra

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