General Motors e chineses com nova linha sul-americana

Surpreendentemente, a General Motors está preparando uma nova família de carros de baixo custo. A dona da Chevrolet afirma que a campanha está sendo preparada para o lançamento em 2019, na China e América do Sul.

Ao propósito que o novos veículos para Mercados Emergentes Globais sejam lançados, esse terão uma boa incrementada da marca. A linha inclui não apenas sedãs como também crossovers [contendo diversas características] de todos tipos.É provável que o lançamento aconteça no 2º semestre de 2019, com produção anual de até 2 milhões de unidades – até 2021.

O desenvolvimento está acontecendo, antes de mais nada, em parceria com a SAIC Motor. Essas afirmações foram prestadas pelo vice-presidente financeiro da General Motors, Chuck Stevens.

Além disso, a empresa afirmou ainda que a montadora obteve lucro acima do esperado para o 1º trimestre do ano. Cerca de US$ 1,05 bilhão de dólares foram somados ao caixa da empresa. Ainda assim, isso corresponde a 60% menos do que o obtido 1 ano antes.

De acordo com Stevens, o resultado foi impactado pelos mais de meio milhão de dólares gastos entre janeiro-março. A quantia foi injetada no desenvolvimento da nova linha de carros e adaptação das fábricas. O fato reduziu a produção de veículos como picapes e semelhantes, que carregam consigo margens elevadas de lucro.

Acima de tudo, a General Motors afirma que o lucro de 2018 ficará estável ante 2017. Mas antes de mais nada, espera-se que as novas picapes possam impulsionar as margens entre o final do ano e 2019.

A montadora está apostando na região do Brasil e Argentina. A presidente-executiva, Marry Barra, afirma que a empresa tem uma ‘franquia forte’ na América do Sul. A expectativa é de que os novos veículos para os mercados emergentes contribuam para o lucro.

Fonte: G1

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Mercedes produzirá carros elétricos compactos

Em virtude de produzir pequenos compactos elétricos Mercedes-Benz, a Daimler investirá uma boa quantia. Serão 500 milhões de euros injetados em Hambach, na França, para realizar uma série de novos desenvolvimentos. A intenção é competir diretamente com a altruísta Tesla.

Uma vez que a empresa planeja lançar mais dez carros elétricos para a Mercedes-Benz, a Tesla também pretende crescer. A Mercedes pretende aumentar sua produção até 2022, enquanto a Tesla luta para, antes de mais nada, crescer o nome do Model 3.

“A unidade da Smart em Hambach se tornará parte da nossa rede global de produção de carros compactos com a fábrica líder em Rastatt, na Alemanha”, afirmou Markus Schaefer, chefe de produção da Mercedes-Benz.

Antes de tudo, a marca alemã está adaptando suas bases de veículos para iniciar a produção em massa de variantes elétricas. Essas, serão aplicadas na mesma linha de produção de modelos equivalentes, mas com motores a gasolina ou combustíveis diversos.

Isso permitirá que a montadora aumente sua produção caso a demanda cresça. Atualmente, a empresa produz modelos compactos A-class, B-class e GLA. Suas fábricas se encontram na Alemanha, Hungria, Pequim e México.

 

Fonte: Folha UOL

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Bosch entra para o compartilhamento de viagens

A alemã Robert Bosch, sobretudo uma das maiores fabricantes do mundo, criou novas divisões nos último dias. A ação foi realizada, principalmente, a fim de ampliar seu alcance no mercado de serviços de viagem e veículos conectados.

A princípio, como parte do programa, a Bosch adquiriu uma pequena empresa de transporte. Essa, por sua vez, foi negociada através de aplicativos norte-americanos. A startup Splitting Fares oferece o serviço de carros compartilhados que conecta pessoas.

A principal ideia é ligar usuários que utilizarão, por algum motivo, a mesma rota ou trajeto. Essa ideia fará parte da divisão de Soluções de Mobilidade Conectada da Bosch. Mas, a princípio, o valor da aquisição ainda não foi divulgado.

A Splitting Fares foi fundada em 2015 e financiada por investimentos da Verizon, Wells Fargo e Fontinalis Partners [co-propriedade do presidente da Ford Motor, Bill Ford]. A Bosch afirou que sua nova divisão se concentrará no compartilhamento de veículos, viagens e serviços de conectividade.

Ainda mais, a empresa incluirá a unidade COUP, que aluga e-scooters em Berlim e Paris, no seu mais novo sistema. Esse, por sua vez, foi recém desenvolvido para tratar de componentes elétricos conectados – denominado por System!e. 

Conforme ocorre a expansão das atividades de sua nova divisão, a Bosch também competirá com seus clientes de autopeças. A Uber e Didi são clientes que trabalham e competirão diretamente tanto no serviço de tecnologia autônoma quanto no compartilhamento de viagens.

Fonte: G1

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Minivan Waymo envolvida em acidente de trânsito

Uma van autônoma operada pela Waymo, subsidiária da Alphabet, se envolveu em um acidente. O carro, especializado nessa tecnologia, foi atingido por um sedan da Honda; este, por sua vez, seguiu em um cruzamento com o sinal vermelho.

De acordo com a polícia norte-americana, a minivan da Waymo operava em modo autônomo durante o acidente. Um operador se encontrava no volante, mas não teria sido o responsável pelo erro. Foram liberadas imagens pela Waymo, gravadas a partir de uma câmera alocada no painel do carro, que permitiram chegar a esta conclusão.

O caso ocorreu em Chandler, no estado do Arizona, mas não gerou vítimas graves. De acordo com a polícia, o motorista da van sofreu ferimentos medianos, mas sem risco de morte. O dono do Honda, responsável pelo ocorrido, foi multado.

O relatório da polícia cita ainda que a baixa velocidade da minivan foi o que contribuiu para que ninguém fosse gravemente ferido. De acordo com as autoridades, o carro estava reduzindo, devido ao sinal vermelho, enquanto o Honda [que o atingiu] estava há mais de 60 km/h.

A análise policial retirou a Waymo de qualquer responsabilidade pelo acidente. Ela foi dada como atingida com dano colateral pela imprudência do motorista do sedan.

A Waymo afirmou em um comunicado que seu ideal é ‘fazer das ruas locais mais seguros, através da tecnologia de direção autônoma’. A companhia desejou melhoras ao motorista. Ela também afirma que se preocupa com os ocupantes de seus veículos e as vidas ao redor.

É o segundo acidente grave que envolvem vítimas em carros autônomos somente em 2018. O caso da Waymo seguiu sem vítimas, mas não se pode dizer o mesmo da Uber. No início de março um de seus carros atropelou fatalmente uma mulher, também no estado do Arizona. O ocorrido motivou a suspensão dos testes e perda de licenças para este trabalho.

 

Fonte: Canal Tech

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Carros poluentes são proibidos nas ZERs de Lisboa

Em julho de 2011, sob ameaça de multa da Comissão Europeia, carros poluentes [extremamente] foram proibidos no centro de Lisboa. Apesar de que, ainda assim, a medida está sem fiscalização.

Nos últimos dois anos ninguém foi multado por incumprir as restrições. A sinalização existe e, teoricamente, está em vigor. Por outro lado, na prática, nada acontece. Todos circulam sem restrições e os próprios moradores afirmaram que a situação ‘é lamentável’, levando sempre ao descrédito do governo por parte de todos.

Fernando Nunes da Silva, ex-vereador responsável pelo início do programa, afirmou que os políticos fazem as coisas para ‘saírem bem na foto’ mas não continuam com o projeto muito tempo depois.

O investigador Francisco Ferreira, colaborador na criação das medidas reconhece o stand by do programa.

Os mais recentes indicadores sobre a qualidade do ar estão em alarme e a saúde pública em risco. As Zonas de Emissões Reduzidas (ZER) foram criadas a fim de estabelecer melhores condições de saúde para a população: a ideia era boa, mas até agora não passou disso.

Ninguém é responsável por controlar a efetiva imposição da medida criada no início da década. Muito menos quanto às restrições associadas a ela. Uma das imposições é a circulação de automóveis construídos antes de 2000. Sabe-se que, após o fulgor inicial, a medida foi caindo progressivamente no esquecimento.

O docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa afirmou que: “a fiscalização é absolutamente crucial, se não, temos regras não têm aplicação. Ela pode ter várias fases. Desejavelmente, deveria ter um sistema automático. Mas o caminho, até lá, não deve desculpar o não se fazer um aperto do controlo e da implementação de novos patamares.”

“Não temos qualquer informação sobre a fiscalização, pois não dispomos de quaisquer dados sobre a acção da polícia. A ideia que temos é que, neste momento, não haverá qualquer fiscalização para os carros poluentes. O que acontece é que a Comissão Europeia analisa sobretudo papel. Ou seja, para os euro-burocratas, se as ZER estão em vigor, isso significará que, em teoria, funcionarão”, diz Carla Graça, da associação ambientalista Zero, da qual também é membro Francisco Ferreira.

 

Fonte: Shifter

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