Porsche celebra 70 anos de esportivos com edição limitada do 911 speedster

speedster (Foto: Divulgação Porsche)

18no Salão do Automóvel de Nova Iorque, o 911 Speedster. Esse modelo faz parte das comemorações dos 70 anos dos veículos esportivos produzidos pela montadora austríaca.

O clássico remasterizado tem motor aspirado de 4 litros e gera 502 cv, assim como nos modelos 911 GT3 e 911 GT3 RS. A Porsche afirma que o conversível atinge uma velocidade máxima de 308 km/h e vai de 0 à 100 km/h em incríveis 3,8 segundos.

Com o lema de oferecer uma “trilha sonora altamente emocional e inspirada em corridas” a marca optou por reduzir ao máximo o peso do carro para que ele corra mais. Os pára-lamas dianteiros, o deck traseiro e a tampa da mala são de fibra de carbono, assim como os pára-choques são de poliuretano e os freios são de carbono-cerâmica, material 50% mais leve que o de ferro.

As seis marchas do câmbio manual não deixam somente os amantes de carro mais felizes, mas também permitem maior performance do esportivo. Afinal, o câmbio manual de sete marchas que seria uma alternativa é 4 kg mais pesado. Uma curiosidade é que o ar-condicionado passa a ser um item opcional, mais uma vez em nome do desempenho. Mas, se o conforto for mais importante, o comprador pode pedir para adicionar o item sem custo adicional. Nada mal.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Pista livre para o carro elétrico

A travessia não foi tão arriscada quanto às dos exploradores Fernão de Magalhães, Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral. Mas, segundo o também português Miguel Setas, CEO da empresa de energia EDP no Brasil, foi possível se sentir como um deles em julho do ano passado. O executivo foi a primeira pessoa a percorrer, num carro elétrico BMW i3, o trajeto de 430 quilômetros entre Rio de Janeiro e a capital paulista. Saindo da Cidade Maravilhosa às 6h da manhã, e, depois de duas paradas para recarga no caminho, chegou a São Paulo às 14 horas. “O carro tem autonomia de 200 quilômetros e a recarga de 80% da bateria demora só 20 minutos, o tempo de comer um pão e tomar um café”, diz o executivo.

A EDP e a BMW foram as financiadoras do corredor elétrico entre as duas maiores cidades brasileiras — a maior da América Latina. Em conjunto, investiram R$ 1 milhão em seis equipamentos de recarga na Via Dutra, em parceria com os postos Ipiranga. A companhia portuguesa, que tem investido em projetos de energia renovável, também dá início a novos projetos. Em um acordo com a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), prometeu investir R$ 350 mil, para instalar sete estações gratuitas no estado do Sudeste. Outros devem se seguir.

Mas, o mais longo corredor elétrico em operação foi montado pela paranaense Copel com a Itaipu Binacional e acaba de completar um ano de existência. Ligando o Porto de Paranaguá às Cataratas do Iguaçu, possui 740 km de extensão e 12 eletropostos, dos quais oito possuem carregadores universais da ABB de recarga rápida. Dessa forma, é possível cruzar o estado do Paraná em um veículo elétrico. Em um ano de operação, a eletrovia acumula mais de 300 recargas, com potência total consumida de 2,5 MW. Isso equivale a energia suficiente para um veículo percorrer cerca de 10 mil km, deixando de emitir 1,81 tonelada de CO2 na atmosfera.

Fonte: IstoÉ

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Renault lança compartilhamento de carros para funcionários em SP

A Renault anunciou nesta quinta-feira (18) a ampliação do programa de compartilhamento de carros (“car sharing”) para seus funcionários. O elétrico Zoe, que começou a ser vendido no início deste ano em algumas lojas da marca, agora será disponibilizado aos seus trabalhadores em São Paulo.

Também poderão utilizar o serviço os profissionais que trabalham no Cubo Itaú, espaço também na capital paulista que reúne empreendedores, investidores e universitários.

O uso do Zoe custará R$ 6 por cada 15 minutos. Para compra, o carro custa R$ 149.990, mas só está disponível em duas concessionárias, uma em São Paulo e outra em Curitiba.

O compartilhamento de carros da Renault já vigorava para funcionários da fábrica da montadora em São José dos Pinhais, também no Paraná. Eles contam com veículos de frota.

Outro local com o serviço é um condomínio de Belo Horizonte, Minas Gerais, cujos moradoras também têm o Zoe à disposição. A marca pretende estender em breve a iniciativa para outro condomínio, em São Paulo.

Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018  — Foto: Marcelo Brandt/G1

Fonte: G1

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Crash-Test: como o Latin NCAP escolhe os carros que serão avaliados?

Quando se trata de segurança veicular na região, o Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe, mais conhecido com Latin NCAP, se tornou referência. Criada em 2010, a entidade diz que os testes de impacto têm como um dos objetivos  “oferecer aos consumidores da América Latina e do Caribe avaliações independentes e imparciais de segurança dos carros novos”. Mas como é essa avaliação? O Latin NCAP compra os carros? A fabricante fornece?

Bom, de acordo com o órgão a prioridade é comprar os carros diretamente nas concessionárias. Alguém do órgão vai direto na loja? “A compra é anônima, não tem o nome ou pessoas vinculadas a entidade. Montadores e vendedores também não sabe o propósito do carro vendido”, explica Alejandro Furas, Secretário-Geral do Latin NCAP.

Crash test do Chevrolet Onix realizado pelo Latin NCAP em 2018 (Foto: Latin NCAP)

O mesmo procedimento é adotado em caso de avaliações patrocinadas por fabricantes. “Se o carro está disponível no mercado, o Latin NCAP  pega o modelo da loja e faz o mesmo procedimento”, diz Furas.

Porém, há situações em que o veículo em questão ainda não chegou nas concessionárias ou está em fila de espera e o prazo (muitas vezes de três a quatro meses) pode afetar as datas de publicação do Latin NCAP. “Escolhemos um carro aleatório na área de estacionamento ou distribuição da própria fabricante. A seleção é feita pelo Latin NCAP e a unidade tem que ter um destino final (consumidor) confirmado. E não um pré-selecionado”, afirma.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Picape tem de ser picape ou pode ter luxo?

Um funcionário do setor de faturamento hidráulico, coberto de poeira das profundezas dos campos de petróleo de Dakota do Norte, entra em sua nova picape reluzente e aciona a ignição eletrônica. Ele se acomoda e uma fragrância tranquilizante de cedro sai do sistema de ventilação. No banco traseiro, busca um kombucha gelado, uma bebida fermentada à base de chá, no frigobar embutido. Com um céu artificial estrelado piscando no teto veículo, o motorista relaxa e permite que a picape o leve para casa.

Obviamente, este veículo não existe, pelo menos por enquanto. Embora montadoras americanas estejam exibindo picapes cada vez mais opulentas e caras – algumas superando a cifra de US$ 80 mil (R$ 309 mil) -, o conforto e amenidades tecnológicas dessas máquinas ainda estão muito aquém do que consumidores normalmente encontram em carros de luxo com preços similares.

Picape Ford - Divulgação

Ao entrar em uma das melhores picapes de meia tonelada disponíveis no mercado, encontraremos assentos de couro amanteigado, suficientes lixeiras e entradas para carregador sem fio para manter tudo organizado com padrão Marie Kondo, excelente wi-fi e um conjunto de recursos de segurança acionados, tais como alarmes na pista e controle automático de cruzeiro. Impressionante? Sim, mas apenas em relação ao desorganizado passado da picape americana. Esses tipos de recursos e aparatos de segurança digital estão disponíveis nos modelos da Subarushá anos.

O que falta nessas picapes é o próximo nível de opulência que já é padrão em um luxuoso sedã vendido pelo mesmo preço.

Os sistemas infoentretenimento para caminhonete ainda não podem ser navegados com gestos como os de uma BMW, os porta-luvas não são abastecidos com “atomizadores” de fragrância como os da Mercedes, os sistemas de som não podem ser ajustados para imitar a acústica do Concert Hall de Gotemburgo (como os da Volvo) e nenhuma dessas picapes luxuosas se deslocarão como um Cadillac não convencional, ou, na verdade, como um Tesla.

A razão, claro, é que tais vantagens reduziriam a enorme margem de lucro obtida com a venda de caminhonetes em um país obcecado com a credibilidade dos caubóis urbanos. Na General Motors, o preço da caminhonete GMC Sierra pode facilmente alcançar US$ 70 mil, mas o painel infotretenimento nunca aumenta muito mais do que a tela de um iPhone. Aqueles que optam pelo Cadillac CT6 da GM, no entanto, poderão desfrutar de 2,2 polegadas a mais de tela sensível ao toque.

Fonte: UOL Carros

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