Baidu apela para sexismo em propaganda de carros

A empresa Baidu errou feio ao lançar um vídeo como material de propaganda dos carros autônomos. A chinesa tinha a pretensão de transformar a peça em atração viral, mas seu roteiro sexista falava das vantagens de um carro auto-dirigido.

Pela conta dos EUA no Twitter, a empresa publicou o material na última segunda-feira. No vídeo, eles sugerem que os carros autônomos transformarão o mundo em um lugar melhor. A peça traz duas mulheres saindo do trabalho, onde uma comemora que fará aulas de direção com o namorado.

Em seguida, ela aparece ao volante com o namorado, que critica aos gritos o modo como ela dirige. Os dois, então, discutem o que a condutora deve fazer. Depois disso, é mostrado um carro autônomo – sem nenhum passeiro ou motorista. A partir de então o homem começa a elogiar a condução e o sistema autônomo conduzindo o automóvel perfeitamente, ‘diferente de sua parceira’.

No texto acima, divulgado pela conta do Twitter, a Baidu diz que em breve as críticas àqueles que dirigem mal se tornarão antigas. Assim, fica uma piada amarga e sem graça à direção feminina.

A grandiosa chinesa tem o projeto desses carros em processo de desenvolvimento, que deve ocupar o mercado em dois anos, 2019. A produção em larga escala terá início em 2021 e o vídeo faz parte dos materiais de divulgação e marketing da Baidu.

 

Fonte: Canal Tech

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Fórmula FEI com carros no Fórmula SAE 2017

Como parte da preparação do Fórmula SAE Brasil, o Centro Universitário FEI levou para o ECPA, em Piracicaba (SP), seus carros 2017. O Fórmula FEI Combustão e Fórmula FEO Elétrico serão apresentados entre 07 e 08 de dezembro. Os carros todos contam com tecnologias empregadas aos carros da Fórmula 1.

Os carros foram construídos e planejados pelos próprios alunos de Engenharia do centro, com ajuda dos professores. Os testes no kartódromo farão parte da última etapa preparatória para as competições. Eles também servem para avaliar o desempenho dos carros, testar ajustes e identificar quaisquer problemas mecânicos.

Fórmula FEI – Elétrico

O Fórmula FEI Elétrico possui um título nacional que foi conquistado por sua equipe no ano de 2015. O resultado fez com que eles representassem o país no campeonato mundial de Fórmula SAE Elétrico, em 2016.

Em 2017, eles contemplam o quinto carro elétrico da série, construído pelos alunos. Na versão atual, o projeto foi concebido pensando nas necessidades de um automóvel elétrico. Isso os fizeram buscar novo motor, transmissão, chassis e baterias.

O destaque esta no uso do sistema de gerenciamento eletrônico idêntico ao das grandes montadoras. Ele foi fornecido pela ETAS, uma divisão da Bosch. O sistema contempla uma unidade controladora (módulos ETAS ES910 e ES930) e softwares de programação (ASCET) e calibração (INCA).

O veículo tem ainda um sistema de identificação de falhas de operação igual ao sistema de diagnose comercializado por montadoras. Assim, uma série de mensagens de erros serão enviadas a fim de facilitar a identificação dos problemas pela equipe.

Fórmula FEI – Combustão

O projeto é heptacampeão brasileiro e foi a única equipe do Brasil a ficar entre os dez melhores projetos. Em 2014 ficou em 10º lugar na competição Fórmula SAE Combustão, disputada em Michigan nos EUA.

Em 2017 se contempla o 11º carro a combustão da série RS. Na versão atual, com a experiência adquirida, a equipe revolucionou e construiu um chassi em formato de monocoque. Foi empregado fibra de carbono e diversos outros materiais em sua construção. O chassi tem as mesmas característica de construção dos carros de Fórmula 1.

Fonte: F1 Mania

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Os carros da URSS através das Guerras

Ao falar dos carros soviéticos, o pensamento é direcionado a Lada. Porém, história dos carros da URSS vai muito além de Niva e Laika – os pioneiros a adentrar no Brasil, na década de 1990.

O cenário da Revolução Russa em alta nos relembrou os principais modelos fabricados por lá. A história iniciou em 1929, liderado por Stalin, que fechou acordo com a Ford para iniciar a produção.

A produção tomou força durante o pós-guerra, com a criação de diversas fábricas de veículos. O forte eram os coletivos. Em 1990, antes do colapso, a URSS fabricou 1,26 milhão de automóveis, conquistando o 6º lugar entre os maiores produtores mundiais.

A qualidade não era das melhores mas contava com soluções técnicas muito boas. Além disso, havia a valentia de rodar por tundras e estradas de gelo.

VAZ-2101

Um dos carros da URSS mais queridos e famosos. Que, no entanto, nasceu na Itália. Em 1966, decidiram construir uma fábrica para atender o aumento da demanda. Um acordo com a Fiat garantiu a produção.

O primeiro modelo foi o VAZ-2101, o Fiat 124 versão URSS. Popular, espaçoso, robusto. Ganhou logo o apelido de Zhiguli, devido às montanhas ao redor da fábrica. Chegou ao Brasil nos anos Collor, onde foi rebatizado por Lada Laika.

GAZ-M20 Pobeda

O Pobeda, que em russo significa Vitória, foi projetado pela estatal Gorky Avto Zavod (GAZ) durante a Segunda Guerra Mundial.

Possuía uma carroceria em monobloco, com suspensão dianteira independente e motor de quatro cilindros. Foi o símbolo da reestruturação do país durante o pós-guerra. Sua produção durou de 1946 a 1958. Foram fabricados, no total, 236 mil carros.

Moskvitch 400-420

Com as reparações da Segunda Guerra em 1945, os soviéticos levaram da Alemanha a Moscou parte das ferramentas utilizadas na produção do Opel Kadett primeira geração.

Foi então que o Kadett 1938 renasceu sob o nome de Moskvitch 400, o primeiro veículo popular após a guerra. Ele contava com faróis embutidos nas laterais e capô, além de motor de quatro cilindros. Foi fabricado de 1946 a 1956, contando com 250 mil exemplares.

 

Parklet e o conceito de pessoas no lugar de carros

Foi instalado um parklet em frente ao Bar Central, no bairro da Boa Vista. Essa ação gerou diversas polêmicas nas redes sociais de Recife. As opiniões vão contra e a favor, sob diversas perspectivas. Afinal, qual o conceito e para quem servem os parklets?

Em suma, é uma estrutura como ‘extensão’ da calçada, que acaba por ocupar as vagas dos carros. Ele se destina a lazer e conveniência entre pessoas. O decreto 28.886 foi publicado em 2015 pela prefeitura e regulamenta essas estruturas.

Esse locais podem contar com bancos, mesas, guarda-sóis e outros elementos para o lazer daqueles ali instalados. A finalidade é usufruir de um espaço totalmente dedicado à interação humana.

O parklet é a transição para uma cidade com menos carros”, diz o urbanista Pedro Guedes.

O primeiro parklet surgiu em São Francisco (EUA), em 2005. A ideia veio no Parking Day, celebração que transformava vagas de carros em parques públicos temporários. Foi criado sob o conceito de parking – trocadilho entre parking (estacionamento) park (praça).

A ideia foi aderida em 2011, mas a primeira instalação só aconteceu em 2012, em São Paulo (SP). Hoje é possível encontrá-los e cidades como Campo Grande, Fortaleza, Goiânia e muitas outras. De acordo com o decreto municipal, a instalação pode ser solicitada por qualquer pessoa jurídica ou física, cabendo à Prefeitura a autorização.

O solicitante deverá obedecer critérios técnicos (como dimensões, utilidades, grades de proteção) para obter a autorização, assim como será responsável pela manutenção do local. O proprietário deverá ter em mente, também, que o parklet será de uso público com proibição expressa de retorno financeiro.

O parklet localizado em frente ao Central tem 2 metros por 10 de dimensão, fora os ajustes que serão feitos. Ele contará ainda com diversos outros atrativos, além de plantas como jaboticabas e jasmins.

 

 

 

Fonte: Por Aqui

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Terroristas usam carros para cometer ataques

Os ataques terroristas cometidos com o uso de veículos têm se expandido nos últimos anos. Como os casos em que um homem avançou com uma van contra pedestres, em Barcelona, matando 13; ou o indivíduo que roubou um caminhão, em Nice, e matou outras 86 pessoas.

Um homem avançou com sua van contra pedestres em uma via de grande circulação em Barcelona, matando 13 pessoas. O terrorista que roubou um caminhão e investiu contra uma multidão de pessoas que comemoravam o Dia da Bastilha, em Nice, causou a morte de 86 pessoas.

O ataque contra um mercado de natal em Berlim deixou 12 mortos.
Porém, até pouco tempo atrás, quando um cidadão de Usbequistão matou 8 pessoas dirigindo uma caminhonete nos EUA, as pessoas pararam para se perguntar porque essa técnica praticamente não havia sido usada no país.

Os especialistas afirmam que há muitos fatores a se considerar. Porém, no geral, os atentados desse tipo têm sido mais raros pois suas fronteiras são mais vigiadas. Na Europa, os imigrantes se integram muito mais à população.

Os veteranos do FBI também acreditam que os EUA está mais capacitado a compartilhar informações sobre possíveis ameaças terroristas. Os diretores de análise de inteligência citaram que é muito mais fácil obter armas no país, e essa é a estratégia favorita deles.

Em 2015, Syed Farook e Tashfeen Malik mataram 14 pessoas na Califórnia após jurar lealdade ao Estado Islâmico pela internet. Em Orlando, Omar Mateen matou outras 49 pessoas na boate Pulse. Nos dois casos, crimes cometidos com armas de fogo.

Na Europa, as leis para obtenção de armas são mais rigorosas e poucas estão em circulação. Apesar de contê-las, em atentados históricos como ao Charlie Hebdo, os terroristas portavam armas.

Utilizar carros como armas não é uma novidade, um exemplo são os carros-bomba. O atropelamento sim é uma novidade, popularizada a partir de 2008. Os palestinos utilizavam carros e escavadeiras para atacar israelenses.

Terroristas domésticos também têm usado a tática, como o extremista de direita que matou uma mulher que protestava contra a reunião de nacionalistas brancos.

Algumas cidades norte-americanas adotaram medidas para se proteger de terroristas em bando ou sozinhos, como são chamados de ‘lobo-solitários’. A Bolsa de NYC está resguardada por rampas contra os veículos e pensa em expandir os programas de bollards, que são barreiras de bloqueio ao acesso de trânsito de veículos pesados. Em Vegas, US$ 5 milhões já foram gastos em bollards.

Agora infelizmente está se tornando quase habitual porque é fácil, disse Charles Strozier, diretor do Center on Terrorism da John Jay College of Criminal Justice. “Estamos vulneráveis. As sociedades democráticas são abertas e podem ser transpostas”.

 

Fonte: Estadão

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