Como estão os carros elétricos?

Eles estão bem. Não apenas bem, mas mais do que isso na verdade. Seja como for, nesse hiato, os problemas dos carros elétricos continuaram. Por mais que estejam no topo das tecnologias mais estudadas atualmente, eles enfrentam ainda os mesmos problemas do passado.

Assim, temos então o dilema da falta de autonomia. Além disso, os altos valores das baterias não serão reduzidos com o crescente volume de produção. Muito pelo contrário, já que são dependentes de matérias-primas nobres, como lítio e cobalto. Esses componentes são amplamente utilizados em diversos eletrônicos e elétricos, como smartphones.

Não apenas, são utilizados outros materiais de custos igualmente elevados: como o níquel e cádmio. A fim de referências, temos a China como o país que mais vende carros elétricos – e está nos Estados Unidos sua mais badalada fábrica: a Tesla.

A China hoje ocupa o primeiro lugar em vendas e o segundo em investimentos em eletrificação veicular [perdendo somente para a Noruega]. O país já conta com quase duzentas mil estações para recarga. Além disso, a venda de elétricos/híbridos corresponde a metade de todo o volume anual vendido no planeta – 750 mil unidades.

Os chineses adquiriram aproximadamente 400 mil carros elétricos no ano passado. Nas principais cidades chinesas, a licença para circular com carros novos é obtida através de leilão, loterias específicas ou pagamento de altos impostos. A menos, é claro, que sejam carros elétricos.

Baterias dos Carros Elétricos

Por lá, ainda há uma compensação: o governo aderiu a um sistema de cotas para premiar os fabricantes de elétricos. Assim, eles venderão créditos de carbono aos fabricantes de veículos à combustão.

Também há incentivos indiretos, como a subida das ações da BYD em agosto de 2017. Isso foi logo após o governo anunciar a ideia de banir os carros à combustão dos centros urbanos entre 2030 e 2040.

Ainda que com crescente volume nas vendas, os carros elétricos chineses também sofrem muito. Como dito anteriormente, os problemas são os mesmos do passado: custo, peso, baixa autonomia e elevado tempo para recarga.

Ao contrário do país oriental, as fábricas norte-americanas de carros elétricos não são sócias de estatais. E por esse motivo é que sofrem tanto com o pioneirismo. Várias delas já declararam falência, mas a Tesla – por exemplo, não imaginava tantos problemas para iniciar a produção em larga escala de seu primeiro carro de grande volume: o Model 3.

 

Fonte: Auto Papo

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Tiger 800 no Brasil e primeiras impressões

Motos. Uma das maiores paixões dos brasileiros, assim dizemos. Não apenas por esse motivo, o Brasil é o lugar em que mais se vendem Tiger 800 no mundo. Ademais, ficamos à frente até mesmo da Inglaterra [país que originou a Triumph].

Dessa forma, é primordial que a importância do mercado brasileiro para as motocicletas continue em alta. Em síntese, é a opinião do consumidor local que deve ser levada em conta para a renovação da moto. Por fim, o modelo 2018 chegará às lojas nacionais no mês de junho.

Mesmo que sem valores revelados, a Tiger 800 será [em média] 8% mais cara que o modelo atual. Seu preço variará de R$ 39,9 mil a R$ 52,9 mil. Por fim, a linha 2018 deverá aparecer na faixa de valores entre R$ 43 e R$ 56 mil.

Apesar de não ter uma nova geração, já que manteve a base mecânica, a motocicleta passou por 200 modificações.

Nesse sentido, a motocicleta é divida entre as versões XR e XC.

A XR é voltada principalmente para o asfalto, contando com roda de 19″ na dianteira. Já a XC é a versão aventureira da Tiger 800, com roda dianteira de 21″.

E essa sopa de letrinhas não tem fim, muito pelo contrário, ela continua com divisões em cada uma de suas versões. A XR conta com opções XR, XRx e XRt. A ordem sempre conta da mais básica para a versão mais equipada de todas.

No modelo 2018, a novidade está na chegada da XRt no Brasil – topo de linha da versão XR.

Veja as principais novidades da Tiger 800:

  • 1ª marcha mais curta
  • Motor revisto
  • Modo de condução “Off-road Pro” (versão XCa)
  • Novo escapamento
  • Painel digital em TFT (exceto a versão de entrada XR)
  • Luzes de LED (exceto a versão de entrada XR)
  • Carenagens redesenhadas
  • Guidão recuado em 10 mm

Os esforços em manter a Tiger 800 competitiva não são por acaso: a sua principal concorrente da BMW, a linha GS, acabou de ganhar uma nova geração no exterior e que deve chegar em breve ao Brasil.

 

Fonte: G1

Carros elétricos chineses no topo mundial

A China está, definitivamente, decidida a mostrar ao mundo sua ambição em ser a líder mundial no segmento de carros elétricos. Além disso, ela pretende também mostrar os esforços que a indústria tem acumulado junto de seus multimilhões. Será que os carros elétricos chineses dominarão o mundo?

Muito foi investido para que o apelo dos consumidores orientais [além disso, muito conscientes do preço que pagam] fossem atendidos. A Auto China 2018 segue a decisão tomada em Pequim para permitir que companhias controladas totalmente por estrangeiros possam adentrar ao mercado. O movimento pretende tornar esta indústria muito mais flexível.

Assim sendo, com essas ações o país pretende permitir o desenvolvimento e promoção dos carros elétricos.

O Partido Comunista chinês transformou o país no maior e mais fértil mercado para tais veículos. Foram custeados bilhões de dólares em subsídios para que tal mercado florescesse. Agora, quer tomar esses benefícios e forçar que as montadoras adotem quotas de vendas dos modelos. Isso tudo para forçá-los a desenvolver automóveis mais atrativos aos chineses.

Ao fim disso tudo, o resultado poderá ser conferido na própria feira. Este anos as marcas estarão ainda mais próximas de montadoras globais como GM, Volks e Nissan. O objetivo é mostrar a maior variedade de carros elétricos possíveis. A amostragem traz de SUVs luxuosos à compactos.

Em suma, as lideranças do Partido comunista veem os carros não só como forma de sustentabilidade mas como projeção de uma China mais tecnológica. Em síntese, os carros ajudarão a limpar as metrópoles bem como lançar o país a frente do mercado.

Não somente, os chineses estão focados também em se desenvolver nos campos de energia solar e biotecnologia.

“Nos últimos dois ou três anos, a China deixou de ser um mercado pequeno para elétricos para passar a concentrar quase 50% das vendas de 2017”, afirmou Christopher Robinson, consultor na Lux Research. “Ela atraiu praticamente toda montadora do mundo”.

De antemão, a partir de 2019 as montadoras recerão créditos com a venda de carros elétricos chineses ou utilizarão estes para comprá-los de competidores. Assim também, os padrões de eficiência energética se tornarão mais duros e farão com que grande porção das vendas tenha que ser de automóveis sustentáveis.

 

Fonte: Exame | Abril

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

Por que carros blindados usados são mais baratos?

Um SUV de luxo e um sedã de alto padrão. Ainda assim, sua maior atração é para o preço abaixo de tabela. Os anúncios com tais características são comuns em sites de classificados, mas com o detalhe para o termo blindado. Os carros blindados são luxuosos e pretensiosos, mas acaba decepcionado pela oferta irresistível.

Por que, afinal, os carros blindados são tão mais baratos? Certamente um dos motivos é este. Os custos de manutenção da blindagem são altos e, assim sendo as pessoas não querem arcar com tais custos. Este serviço altera toda a estrutura do automóvel, principalmente seu peso.

Inegavelmente, o desgaste se acentua nos conjuntos de suspensão e freios. Esses materiais são resistentes mas não foram desenvolvidos para suportar tanto peso extra. A menos que você precise mesmo se proteger, carros desse tipo não são viáveis para civis comuns.

Não apenas isto, mas a performance e o conforto também são comprometidos. Geralmente, apenas a janela do condutor se abre.

A cotação desse tipo de automóvel é complicada, pois o mercado não tem como definir o quanto foi gasto em cada blindagem e nem o valor que o veículo vale de fato com a tecnologia que foi empregada. E ele não é estática. Ou seja, ela não fica presa ao carro sem exigir manutenção.

Como poucos fazem a manutenção preventiva no sistema de blindagem do veículo, o mercado acaba entendendo que a maioria está “no estado” e sem qualquer garantia de que ainda continua eficiente. Ou seja, se você procura um carro blindado e não tem certeza de que ele está devidamente protegido, das duas uma: ou você desiste da compra ou exige um valor ainda menor para compensar uma futura revisão ou substituição de componentes. Isso tudo ajuda a empurrar o preço do blindado usado para baixo.

A desvalorização acentuada chega a 50% em alguns casos, especialmente de carros importados, que geralmente perdem muito mais valor com o passar dos anos. A blindagem só acentua essa tendência, o que faz com que carros caros e blindados sejam vendidos por preços irresistíveis. O problema é que existem diferentes tipos de blindagem com custos variados e isso, assim como ocorre com os equipamentos extras ou opcionais, não entra na formação de preço de carro usado.

Então, mesmo que o nível de blindagem seja elevado e que sua proteção esteja em dia, pouco ou nada fará para alterar para cima do valor do carro em comparação com uma blindagem mais fraca e em condições inferiores em outro veículo similar. No mercado, se fala em vida útil limitada da blindagem, quando na verdade a degradação por causa do tempo só existe na parte dos vidros, que é a mais frágil do sistema. Isso também ajuda a empurrar ladeira abaixo os valores de blindados mais antigos.

 

Fonte: Notícias Automotivas

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.

BMW aluga seus carros por meio de app

A BMW anunciou um novo serviço de assinatura para seus veículos. Os usuários que demonstrarem interesse poderão optar por pagar um valor integral mensal para utilizar diferentes modelos da empresa.

Access by BMW é o nome dado para o serviço lançado em março, em Nashville. Qualquer consumidor pode aderir aos serviços, não é necessário ser cliente para aderi-lo.

Esse programa por assinatura funcionará através de aplicativos. Por lá, terão acesso ilimitado a alguns dos modelos da BMW, com pagamento de taxas mensais fixas. Há ainda, duas opções diferentes para assinar o programa:

  1. Legend: custando US$ 2 mil, ou aproximadamente  R$ 6,7 mil, conta com modelos como BMW Série 4 Coupé, X5 e M2.
  2. M: custa US$ 3,7 mil, mais ou menos R$ 12,7 mil, e traz aos usuários modelos mais cobiçados, como o M5 e M6 conversível, e SUVs X5, X5M e X6M.

A partir do momento que o usuário assinar esse programa, poderá trocar o carro quando quiser e de maneira ilimitada. Aliás, ao pegar um novo modelo um funcionário será responsável pela retirada do novo automóvel. Acima de tudo, vale lembrar que todos os carros são entregues abastecidos e equipados; os valores incluem ainda custos de manutenção, seguro e assistência rodoviária.

Contudo, não há maiores informações sobre a expansão dos serviços ou chegada do mesmo no Brasil. Ainda assim, a BMW declarou através de comunicados que o programa será expandido de acordo com seu sucesso na cidade norte-americana.

 

Fonte: Info Money

Para mais informações sobre nossos serviços, clique aqui.